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quarta-feira, 3 de abril de 2024

Convocação Imersão Nacional 2024


América do Sul, Brasil, criado em 18/03/2024 - atualizado em 04/04/2024 | 19:53

A/c  Combatentes,

Com os cordiais cumprimentos de estima e apreço, convidamos as nossas DIREÇÕES ESTADUAIS para participar da IMERSÃO ANUAL da Nação Hip-Hop Brasil.

Este Encontro Nacional tem como objetivo realizar um Balanço e o Planejamento Anual da nossa organização. Será realizada nos dias 08 e 09 de junho de 2024 de 09h00 às 18h30, na Casa Viração - Sede da UJS - Rua Alameda Ribeirão Preto, 296, Bela Vista, São Paulo, formato presencial e restrito a convidades.

Esta ação é fruto do dialogo e da colaboração coletiva e participativa, cultural e periférica, articulada pela nossa Direção Nacional e contará com representantes de diversas partes do País, com o intuito de avaliar e prospectar sobre a luz do nosso manifesto “O Grito da Periferia” lançado em 2018, e em prol dos avanços e prospecção em prol para os 20 anos da Nação Hip-Hop Brasil.

Solicitamos que as DIREÇÕES ESTADUAIS da Nação Hip-Hop Brasil, debatam e viabilizem a presença de até 02 integrantes. Tenham atenção sobre a diversidade e pluralidade na proposição dos representantes locais para compor nosso encontro. Faz parte da nossa luta garantir paridade de gênero e o respeito pela  diversidade, esta é uma luta travada na nossa organização desde sua fundação. 

Confirme a participação por e-mail até dia 05 de abril de 2024.

Será uma grande honra para nós contar com a ilustre presença em nosso encontro nacional e tão ímpar para a nossa organização e para o nosso País.

Nossos sinceros comprimentos e agradecimentos,

Vale ressaltar que não viabilizaremos translado para esta atividade. Caso precise de carta convite que possa oportunizar a parceria, solicite enviando e-mail para  nacaohiphopbrasil.dn@gmail.com

É tarefa de todo e qualquer membro da entidade: Participar, Divulgar e Contribuir.


Fred Negro F.
Presidente Nacional Nação Hip Hop Brasil

Betinho Zulu
Secretário de Organização Nacional Nação Hip Hop Brasil

terça-feira, 30 de junho de 2020

Seguimos na luta pela cultura Hip Hop em BH


. A tramitação do projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias - PLDO - está prevista no Regimento Interno da Camara Municipal de Belo Horizonte, abriu para recebimento de sugestões populares às diretrizes de BH de 2021. . E foram enviadas propostas do até 3 de junho, através do formulário eletrônico entre as 256 sugestões populares apresentadas, nós da Nação HipHop Brasil apresentamos diversas proposições e diretrizes relacionadas ao HipHop da capital Mineira. . + Seminário Tematico entre o poder público e atores da culturas urbanas; + Fortalecimento da diretoria de cultura populares; + Convenio do público com nas casas de referência da cultura HipHop; + Garantir dentro da programação do FAN uma programação exclusiva para HipHop; + Programa de concessão de infra e equipamentos e auxilio no licenciamento de eventos; + Promoção e incentivo de evento relacionados a cultura HipHop; + Criação de uma lei de incentivo e fomento da Cultura HipHop; + Ampliação dos recursos, equipe e horário de funcionamento dos centros culturais de BH; .










Seguimos vigilantes com na aplicação dos recursos municipais e propomos ampliação dos incentivos culturais; Propomos forte investimento no fomento da função HipHop nas comunidades e no município. . . . #HipHopemCasa #SalveaNação #SalveoHiphop #HipHopVive #CulturadeRua #ocupaopoder #diamundialdohiphop #diadohiphopbr #nacaohiphopbrasil #NH2B #gritodaperiferia #hiphopéopoder #MachismoNãoéEstilodeVida

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Sobre o extermínio da juventude negra, geopolítica e comunicação


Acervo pessoal
Richard SantosRichard Santos
Por Richard Santos*

Neste texto, “Sobre Hip Hop, Globalização e Eleições” aponto contribuições intelectuais do historiador e cientista político Moniz Bandeira que em seus escritos, denuncia uma articulação internacional para a retomada do poder de grupos suscetíveis a ceder para projetos e demandas progressistas vindas das minorias, como exemplo, veja seu último livro “A desordem mundial”. Esses processos por que passamos e que é muito bem analisado pelo professor, é responsável direto pelo recrudescimento da política no Brasil e retrocesso dos direitos sociais conquistados, concluo no texto para a Nação.

Porém, também, é desse processo que passamos no momento atual que temos visto aumentar o encarceramento, assassinato e exclusão social das populações afrodescendentes nas Américas.

O pensador camaronês Achille Mbembe classifica como um devir-negro do mundo o processo que estamos vivendo, ou seja, mais pessoas estarão enquadradas naquele signo de exclusão e ressignificação opressora por que historicamente passam as populações “negras”, povos considerados inferiores estão sendo exterminados e demonizados pela mídia ocidental e seus seguidores na formação do imaginário da maioria populacional mundial sem acesso a formas diversificadas de informação, ficando restritos ao que é oferecido pela indústria hegemônica para o consumo diário.

Desde os grupos rebeldes opositores sírios, passando pelos povos do Magrebe em conflito estimulado pelo ocidente para o controle do Petróleo, caso do Sudão e da Líbia, chegando ao continente americano, nos EUA com o assassínio de jovens negros e hispanos, à guerra entre os cartéis de drogas mexicanos e, com isso a expulsão de grande número de grupos originários de suas terras tradicionais, à situação da Colombia e as populações afrodescendentes e indígenas vitimas da “Guerra às drogas”, chegando ao Brasil, país com o maior número de jovens negros mortos no mundo, superando até mesmo países com conflitos bélicos, existe um interesse geopolítico que permite um maior ou menor número de barbaridades cometidas contra esses grupos de Maiorias Minorizadas, interesse esse mediado pela potência unipolar que é o EUA e sua indústria cultural que constrói e/ou destrói subsistemas dependentes e associados aos seus interesses.

E por que é importante associar este processo político do sistema mundo atual com o bem viver das populações negras e indígenas no Brasil de hoje? Simples, ou quase simples, é esse sistema que permite e secunda nossas vulnerabilidades sociais: é esse sistema atrelado aos interesses hegemônicos que manipula o sistema político nacional, permite o golpe e secunda a atuação das forças do Estado no aniquilamento da população negra, no não oferecimento de um sistema educacional que atenda à todos, veja o projeto da PEC 55, ou que ignora a situação das mulheres negras quando buscam acesso aos serviços públicos de saúde.

Por fim, esse sistema político, supostamente invisível, é que articula a construção do imaginário popular através de seus sistemas comunicacionais, e objetifíca o ser humano negro em suas demandas diárias. O sistema de comunicação que hoje usufruímos e que nos faz vitima, é o que contribui para a naturalização dos corpos negros espancados e pendurados nos postes do Brasil, quiçá das Américas, e nos faz vitimas e algozes de nós mesmos.

sábado, 19 de novembro de 2016

A invisibilidade da mulher negra na Historia do Brasil

A invisibilidade da mulher negra na historia do Brasil se deu a partir da combinação da opressão de gênero e de raça. Se o mito da democracia racial foi perverso para o conjunto da população negra, aparentando - a da sua historia e do seu protagonismo, em relação às mulheres negras esse drama foi ainda pior.
A mulher negra foi transformada em símbolo da escravidão e socialmente desvalorizada, e a sua representação construída é de passividade e subserviência. Nessa lógica, o racismo foi bastante eficiente, pois além de ocultar a historia de luta e organização dos negros e negras, tenta esconder o quadro de desigualdades e diferenças existentes no país.
A sociedade escravocrata e machista, numa pretensa proteção à mulher branca, sob o estereótipo de “sexo Frágil”, colocava-a numa “redoma de vidro”, onde seu papel social se resumia a cumprir suas obrigações matrimoniais, reprodução e acompanhamento aos cuidados da casa. Enquanto as mulheres negras eram colocadas em pé de igualdade no trabalho escravo com os homens, sendo castigadas da mesma forma que os homens negros e , ainda, na maioria das vezes sendo obrigadas a ter relações sexuais com os homens brancos.
A opressão machista e racista sob o comando de seu mecanismo mais eficaz, o mito da democracia racial, conseguiu durante muito tempo invisibilizar a mulher negra, inclusive no seu protagonismo na luta de classe travada no Brasil durante o período colonial e imperial.
O mito da democracia racial tem um poder ideológico tão forte que ainda hoje perpassa todos os espaços da sociedade, inclusive as organizações sociais e políticas, assim como o próprio movimento negro.
O protagonismo da mulher negra nas lutas não nasce nas décadas de 70 e 80 com o surgimento do “feminismo negro” no Brasil , muito menos com os movimentos recentes, a exemplo da jornada de Junho de 2013 em que as periferias, em aos espontâneos, em suas grande maioria sob direção de mulheres, foram ás ruas contra os assassinos de jovens negros pela policia e por direitos mínimos. A luta protagonizada por mulheres negras nasceu desde que o primeiro navio negreiro aportou em terras brasileiras trazendo africanos sequestrados e escravizados, muito embora a historiografia oficial tenha silenciado sobre a presença e atuação de negras nas lutas e resistências à escravidão. Neste sentido, busca-se recuperar o protagonismo dessas mulheres, sejam como sacerdotisas, guerreiras, comandantes de exércitos, quilombolas ou comunidades de terreiro. As diversas experiências matriarcais que o sistema opressor insiste em ocultar até hoje, a exemplo da resistência nas favelas.

As heroínas Negras.
Aqualtune
Era uma princesa africana, filha do importante Rei do Congo. Numa guerra entre reinos africanos, foi derrotada, juntamente com seu exército de 10 mil guerreiros e transformada em escrava. Foi levada para um navio negreiro e vendida ao Brasil, vindo para o Porto de Recife. Comprada como escrava reprodutora foi levada para região de Porto Calvo, no sul de Pernambuco. Lá conheceu as histórias de resistência dos negros na escravidão, conhecendo então a trajetória de Palmares, um dos principais Quilombos negros durante o período escravocrata. Aqualtune, nos últimos meses de gravidez ,organizou uma fuga junto com outros escravos para o quilombo, onde teve sua ascendência reconhecida, recebendo, então, o governo de um dos territórios quilombolas, onde as tradições africanas eram mantidas. Aqualtune era da família de Ganga Zumba, e uma de suas filhas teria gerado Zumbi. Em uma das guerras comandadas pelos paulistas para a destruição de Palmares, a aldeia de Aqualtune, que já estava idosa, foi queimada. Não se sabe ao certo a data de sua morte. Rainha Nzinga A Rainha Nzinga nasceu em 1582 e morreu em 17 de dezembro de 1663. Filha do Rei do estado de Ndongo, o Ngola Quiluanji, ela é uma das principais heroínas do povo mbundo da atual República de Angola, ficou conhecida por liderar a resistência contra a invasão portuguesa em seu território, bem como sua altivez e insubordinação ao poder masculino. Os relatos históricos registram seu nome em diferentes formas: Jinga, Njinga, Ginga ou mesmo Ana de Sousa (nome que recebeu após seu batismo, reconhecido como ação estratégica utilizada no enfrentamento ao conflito contra os portugueses). Nzinga foi, além de grande e feroz guerreira e comandante, uma grande negociadora – por isso alguns autores identificam nesta qualidade da rainha a origem do termo ginga (a forma portuguesa de seu nome) significando flexibilidade, capacidade de negociação e adaptação, jogo de cintura.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Minas Gerais Inaugura Casa do Hip Hop Taquaril

No dia 08 de Outubro de 2016, foi inaugurado na cidade de Belo Horizonte MG a Casa do Hip Hop Taquaril. A primeira casa do Hip Hop no estado, teve uma grande festa na comunidade do Taquaril zona leste da capital mineira.

O evento foi realizado pelo Nação Hip Hop Brasil BH juntamente com a equipe da CH2T e do Aliança Cultural Taquaril, a programação contou com atividades diversas, com Roda de capoeira do grupo Abolição o mais antigo da quebrada, teatro da nossa irmã, Casa do Beco da comunidade Barragem Santa Lúcia com o espetáculo Micro Mundo, Negro F, Surto, Ella, Lelo, Storm, Binho Barreto, Denis Leroy, Lucas Alfa, Oz, Pedro Lúcio, Igor e John, em um mutirão de Graffitt coloriram a Casa, tivemos a participação do Betinho do Nação Hip Hop Brasil - SP e da Nayani da rede de Mulheres Nandi de SP na roda de conversa do Nação Hip Hop Mulher, com uma participação massiva de Mulheres de algumas cidades do estado tais como: Nova Lima, BH, Barão de Cocais e Betim.

A Cypher teve a participação de DJ Lau com vários B.boys e B.Grils de BH, Ibirité e Conselheiro Lafaiete na pessoa de Just Max coordenador do Nação em sua cidade, a tarde terminou com um super Work shop de House ministrado pela Sheilinha dançarina e arte educadora.
A noite caiu com os Pockets Shows de Cleytão, Ice Band, Bob Nei e HP Ogg, Setor R.A.P, Rapper Blitz e Vozes da Periferia de BH. Nagô, Made in Favela, Mcs Ddrão, Taí e Karter da cidade de Betim MG, na sequência se finalizou o evento com a tradicional Batalha do Conhecimento Rima na Rua com 2 Mcs campeões, algo inédito na história do Rima na Rua.

A Casa do Hip Hop Taquaril promoveu uma grande ação em rede, envolvendo vários parceiros como o Centro Cultural Alto Vera Cruz da Prefeitura de BH, o Programa Fica Vivo do Governo do Estado de MG, a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, O Centro cultural Arrebeldia do nosso parceiro Flávio Renegado, Casa do Beco, a ONG Oficina de Imagens e a PMMG, "Criar um espaço como esse é se tornar independente para protagonizar a partir do Hip Hop, a importância da Casa do Hip Hop Taquaril  como uma pílula em Minas Gerais significa muito para angariar recursos públicos ou privados que será  fundamental para emplementarmos políticas públicas para o Hip Hop Mineiro, quanto ao impacto cultural para a comunidade é visível para tod@s, sem palavras... a festa foi de puro conhecimento, cultura Hip Hop, Lazer e diversão, foi lindo" Conta Rapper Blitz um dos Coordenadores do NH2B-MG e CH2T.
Mais de 44 artistas envolvidos, 04 cidades de MG, 01 cidade de SP, circularam durante todo o dia aproximadamente 2.000 pessoas da comunidade e de vários bairros da cidade.

No Domingo a Equipe da CH2T e NH2B-MG participou de uma formação com o Betinho NH2B- SP no qual foram citados pontos importantíssimos sobre rede, sustentabilidade e Hip Hop.
A programação da Casa do Hip Hop no mês de Outubro segue com as seguintes atividades:

Terças e Quintas - Feiras
**Escola de Rap - Das 17:00 às 19:30 Horas.
**Aula de Capoeira (Grupo Abolição) das 20:00 às 22:00 Horas - Lanche por conta da casa.

Segundas e Quartas - Feiras
**Escola de Breaking das 19:30 às 21:00 Horas.
AGENDA DE OUTUBRO
*21/10 - Rima na Rua Batalha do conhecimento - 20:00 às 23:00 Horas.
*22/10 - Oficina de cinema independente - 09:00 às 15:00 Horas - Café e almoço por conta da casa.
*27/10 - Cine Clube Sabotage - 19:00 Horas - Filme: Ostentação - Pipoca por conta da casa
*Toda a programação gratuita.
Confira e curta a nossa página no Facebook e fique por dentro das informações e toda a programação:


Casa do Hip Hop Taquaril MG - "Sonhos realizando sonhos, A Casa é sua."

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Confira a 2ª Edição da Revista Quinto Elemento

Idealizada e Criada por Thiago Batista, o TIBA - Graffiteiro, Arte Educador, Graduando em Jornalismo, Técnico em Gestão Social e Projetos Sociais, Produtor Cultural, Dirigente Nacional da Nação Hip Hop Brasil.

A Revista Quinto Elemento Chega a sua 2ª Edição, nesta edição esta nova opção de comunicação para os apreciadores do movimento hip hop traz uma entrevista exclusiva com um dos principais grupos da história do Rap Nacional – Doctor MCs.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

"Hora da merenda" Por Toni C. ao Portal Vermelho

Nos tempos de escola, não vou mentir, o melhor momento era quando tocava o sinal da saída. Alforriado, preferia a rua que a sala de aula. Não gostava de estudar. Quem diria que duas décadas depois colecionaria livros, inclusive de minha própria autoria?
Mas o segundo melhor momento era a hora do recreio. Ainda me lembro dos pratos, colher e da caneca azul onde serviam quando a gente tinha sorte um suco de mexerica fresca.
Arroz, feijão e carne moída, era o campeões de audiência do recreio, a gente raspava toda a comida, alguns mais exaltados demonstrava gratidão sentando a língua e lambendo o prato até ele ficar lustrado. O elogio que a gente fazia questão de dar pessoalmente às merendeiras, nossas chef gourmet, era com um inocente:
- Tia pode repetir?
O pão com salsicha, é outro que causava alvoroço e atraíam a molecada pra fila da merenda como formiga no açúcar.
Fui para o ensino fundamental, no intervalo, já não serviam mais os mingau e mesmo um chocolate quente em tempos mais frio passaram a ser momentos raros.
Quase certeza que teria uma bolacha seca com água de torneira. Pra alguns esta seria a primeira e única refeição até a hora do recreio no dia seguinte. Quando poderiam saborear novamente, bolacha seca…
Anos depois fui entender que a maior diferença do lanche do pré para o da escola primária era quem pagava, um era de responsabilidade da prefeitura e o outro do governo do estado. E nessa época contrariando todos os diagnósticos era uma mulher nordestina quem venceu as eleições e se tornou prefeita da cidade.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Nação Hip Hop Brasil contra as OSs na Educação do Estado de Goiás



Nação Hip Hop Brasil contra as OSs na Educação do 
Estado de Goiás
  ” É PRA FRENTE QUE SE ANDA JÃO, CORRE COM NÓIS” DEXTER
O estado de Goiás vive um período de muitas mobilizações e manifestações em defesa de uma educação que seja pública, gratuita e de qualidade. Já fazem mais de sessenta dias que as escolas estaduais estão ocupadas contrarias a implantação de Organizações Sociais na administração das escolas.
Os estudantes secundaristas juntamente com os estudantes das universidades, professores, movimentos sociais organizados e apoiadores das causas do povo fizeram inúmeras denúncias contra o projeto da Secretária Estadual Raquel Teixeira, que abre inúmeras brechas a corrupção e faz de professores e alunos seres autômatos além de ampliar as desigualdades. 


A Nação Hip Hop Brasil – GO sempre feroz sacou logo que a periferia seria novamente sacrificada. Aqueles estudantes das escolas estaduais que não obtivessem média ou não se adequassem ao ritmo da nova escola, tipicamente, seriam excluídos, convidados a se retirar e desencorajados a permanecer na escola por não ser o “perfil” de estudante que a escola deseja abrigar.
A convite, MC Dvolt e B.Boy Guilherme caíram para dentro das escolas ocupadas realizando oficinas de construção de rima, Aulões de Break Dance, sua origem e a prática, oficinas temáticas sobre as ocupações e a educação que liberta, rodas de conversa sobre Hip Hop movimento e cultura.

O resultado foi uma batalha com as temáticas: juventude, gênero, capital x trabalho e racismo.

Com minas no flow de mic na mão e muita ideia para combater os retrocessos e vencer os preconceitos. Encerrando então a batalha com apresentação do  MC Dvolt.

A Nação Hip Hop Brasil estará sempre lado a lado com o Movimento Estudantil para barrar qualquer retrocesso e ação que busque prejudicar nossa Juventude.





" Só vou desistir e abortar minha missão, quando Educação aqui virar Ostentação..."     Renan Inquérito

Lista de Colégios onde foram realizadas as apresentações e oficinas:
Colégio Estadual José Lobo (setor Rodoviario - gyn);
Colégio Estadual Dantas (jd.Planalto gyn);
Colégio Estadual Robinho (Nova Esperança Gyn);
 Colegio Estadual Vila Lobos (Garavelo Ap-Go).
Jully Anne Ribeiro da Cruz
Dirigente da Nação Hip Hop Brasil