quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Hoje, dia 12 de Novembro, é celebrado o 'Dia Mundial do Hip Hop".


Hoje, dia 12 de Novembro, é celebrado o 'Dia Mundial do Hip Hop".
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Esta data faz uma justa referência ao Afrika Bambaataa Official, um dos precursores do Hip Hop no mundo que, em 1974, junto com membros da instituição Zulu Nation, reuniu DJs, Grafiteiros, Dançarinos, Mestres de Cerimônias dando o nome de HIP HOP a esta junção de artistas e segmentos culturais.Parabéns ao #HipHop e toda sua cadeia produtiva, criativa e libertadora.
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Use #diamundialdohiphop e marque a @Nacao_h2_br nos seus posts.
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5° Encontro Nacional DA Nação Hip Hop Brasil
FOTO: @andrecavaleiro
LOCAL: EM. Israel Pinheiro, Alto Vera Cruz
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#CulturaPopular #HipHop #HiphopePolitica #HipHopemCasa #SalveaNação #SalveoHiphop #HipHopVive #CulturadeRua #ocupaopoder #diamundialdohiphop #diadohiphopbr #nacaohiphopbrasil #NH2B #NH2Br #gritodaperiferia #hiphopéopoder #MachismoNãoéEstilodeVida

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

PACTO pelo HIP HOP e pelas PERIFERIAS 2020

Nós da Nação Hip Hop Brasil há 15 anos, organizamos e propomos políticas públicas em prol do Hip Hop em todo território brasileiro. E com este momento eleitoral não seria diferente.


Temos nos últimos anos, organizado uma diretriz com algumas pautas temáticas e pilares de trabalho que visa a atender de forma efetiva as necessidades e anseios de nosso movimento, junto a sua atuação social, cultural e política. Em 2018 apresentamos a toda sociedade, através do nosso tradicional Encontro Nacional, o nosso Manifesto “O Grito da Periferia”.


Neste documento apresentamos nossa linha de pensamento e atuação, e queremos destinar o mesmo e suas diretrizes de conteúdo, para que seja um documento norteador de termo de compromisso entre os participantes do pleito eleitoral de 2020, e que sirva como instrumento de orientação para que as Gestões Públicas Municipais e seus futuros gestores possam firmar um processo de chancela e outorga.


A câmara municipal de vereadores e o chefe do executivo municipal precisam ser garantidores e mediadores deste processo e sua efetiva ação.Tendo aqui apresentado nosso Manifesto e Proposta do Pacto com o Hip Hop e as Periferias, convidados os candidatos e candidatas do Pleito Eleitoral 2020 a fazer a assinatura e termo de compromisso do mesmo.


Este documento foi elaborado e aprovado pela executiva da Rede Nacional da Nação Hip Hop Brasil com atuação em 14 Estados da Federação e DF.


clique AQUI e baixe

terça-feira, 11 de agosto de 2020

São 4.7 anos de vida, salve Hip Hop

Depois de 11 de agosto de 1973, os guetos do mundo nunca mais foram os mesmos...

Cultura de rua celebra os 47 anos da primeira festa de Hip Hop da história..

Em 11 de agosto de 1973, DJ Kool Herc fez uma festa de aniversário para a sua irmã Cindy Campbell na Avenida Sedgwick, 1520, no bairro do Bronx, em Nova York. O termo Hip Hop ainda não era usado para nomear a união dos 4 elementos (Breaking, Rap, Graffiti e DJ), mas pelo menos três deles estavam presentes e sendo praticados nesse dia. Até pode-se dizer que os 4 foram praticados, eu duvido que não tinha um ou mais “writers” fazendo tags e desenhos nas paredes, mesmo que com canetões. Herc estava comandando os toca-discos, enquanto B.boys e B.girls dançavam e os MCs animavam e improvisavam em cima dos “breaks” das músicas. Reza a lenda que até quem não é de dançar, dançou.

Hoje, este endereço é ponto turístico da cidade de Nova York e considerado o local de nascimento da Cultura Hip Hop. O termo que usamos hoje para designar a união e celebração dos 4 elementos passou a ser usado oficialmente a partir de 12 de novembro de 1974, no aniversário de 1 ano da Universal Zulu Nation. Afrika Bambaataa foi quem bateu o martelo. Mas isso não tira de Herc o título de “Pai do Hip Hop”, reconhecido como tal pela própria Zulu Nation, está no site oficial da organização.

A tal festa gera controvérsias até hoje, uma delas é a quantidade de pessoas que dizem ter participado, é tanta gente que se todos estivessem falando a verdade, nem caberia no local. É algo parecido com o que acontece aqui no Brasil: o tal “eu tava lá”.

Seja hoje ou em novembro, a Cultura Hip Hop deve ser sempre celebrada e os seus princípios de Paz, Amor, União e Diversão levados adiante, para que as próximas gerações conheçam o seus valores e mantenham a sua essência.

Muitos insistem em dizer – “o Hip Hop morreu”ou “o Hip Hop perdeu a essência” – quem resume o Hip Hop a um estilo musical pode até ter seus motivos para tal pensamento. Mas quem entende o Hip Hop como Cultura e estilo de vida sabe bem que ele está muito vivo e presente em todos os lugares do mundo, espalhando-se e sofrendo influências das culturas de diferentes regiões. B.boys, B.bgirls, MCs, Writers e DJs sabem muito bem que as suas manifestações artísticas vão muito além da música!

Parabéns, Hip Hop! Obrigado, DJ Kool Herc e Cindy Campbell!

Fonte: https://www.bocadaforte.com.br/…/depois-de-11-de-agosto-de-…

terça-feira, 30 de junho de 2020

Seguimos na luta pela cultura Hip Hop em BH


. A tramitação do projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias - PLDO - está prevista no Regimento Interno da Camara Municipal de Belo Horizonte, abriu para recebimento de sugestões populares às diretrizes de BH de 2021. . E foram enviadas propostas do até 3 de junho, através do formulário eletrônico entre as 256 sugestões populares apresentadas, nós da Nação HipHop Brasil apresentamos diversas proposições e diretrizes relacionadas ao HipHop da capital Mineira. . + Seminário Tematico entre o poder público e atores da culturas urbanas; + Fortalecimento da diretoria de cultura populares; + Convenio do público com nas casas de referência da cultura HipHop; + Garantir dentro da programação do FAN uma programação exclusiva para HipHop; + Programa de concessão de infra e equipamentos e auxilio no licenciamento de eventos; + Promoção e incentivo de evento relacionados a cultura HipHop; + Criação de uma lei de incentivo e fomento da Cultura HipHop; + Ampliação dos recursos, equipe e horário de funcionamento dos centros culturais de BH; .










Seguimos vigilantes com na aplicação dos recursos municipais e propomos ampliação dos incentivos culturais; Propomos forte investimento no fomento da função HipHop nas comunidades e no município. . . . #HipHopemCasa #SalveaNação #SalveoHiphop #HipHopVive #CulturadeRua #ocupaopoder #diamundialdohiphop #diadohiphopbr #nacaohiphopbrasil #NH2B #gritodaperiferia #hiphopéopoder #MachismoNãoéEstilodeVida

terça-feira, 5 de maio de 2020

Diretamente do Piauí, sobre PIXAÇÃO/XARPI


Compartilhamos com vcs uma matéria diretamente do Piauí, uma entrevista sobre PIXAÇÃO/XARPI.

A matéria apresenta os resultados alcançados a partir de pesquisa de mestrado sobre as práticas culturais da juventude Terrsinense, especialmente a pichação.

A investigação aconteceu no campo da antropologia, e  foi conduzida por @johnWedson.
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#HipHopemCasa #SalveaNação #SalveoHiphop #HipHopVive #CulturadeRua #ocupaopoder #diamundialdohiphop #diadohiphopbr #nacaohiphopbrasil #NH2B #gritodaperiferia #hiphopéopoder #MachismoNãoéEstilodeVida

domingo, 3 de maio de 2020

AÇÃO SOLIDÁRIA DE COMBATE À CRISE : TAQUARIL : BH/MG

AÇÃO SOLIDÁRIA DE COMBATE À  CRISE

@casa_do_hip_hop_taquaril

A Casa do Hip Hop Taquaril estará arrecadando alimentos, PRODUTOS de higiene e limpeza para que possamos ajudar as famílias das nossas comunidades, TAQUARIL, CASTANHEIRAS E GRANJA DE FREITAS,  durante esta crise DA pandemia do corona vírus.

Buscaremos onde for preciso, também teremos a casa do Hip Hop Taquaril como local para recebimento das DOAÇÕES.

COLABORE COM DOAÇÕES de alimentos, PRODUTOs de higiene e limpeza

Endereço da casa do Hip Hop Taquaril: Rua Joaquim Teixeira dos Anjos, 140, Taquaril R, final do ônibus 9412

Contatos:  W2 - 31 99841-9597/98383-4576  Sandro - 31 97144-1799

Para Doações em dinheiro:
Conta Corrente Banco do Brasil 
Tipo de conta: Pessoa física 
Ag. 1221-1
Conta: 75.227-4
Wilson Wagner Brandão Ribas 
CPF: 054.955.956-61

Face/Instagram: @wdoisvp

terça-feira, 24 de março de 2020

Cuidar da Saúde é Cuidar da Periferia


A Pandemia do Coronavírus é uma triste realidade, é momento de estar atuante nas bases populares, e informar nosso povo da periferia, falar sobre os cuidados com a saúde, a importância de ficar reclusos por um tempo, principalmente os mais idosos, pois aquele avô, aquela avó que ainda trabalha mesmo estando aposentados, ou cuida dos netos pra aquele pai ou mãe ir trabalhar, se depender de muita autoridade pública deste País, irão entrar na zona de risco, serão infectados, e a chance de sobreviver serão mínimas.
No momento a China se mantém estável quanto às infecções por Coronavirus. A China teve mais de 80 mil infectados e cerca de 3.200 mortos.. ou seja 4% dos infectados foram vítimas fatais 96% foram curados ou estão em recuperação. Levando em conta que a população chinesa é de 1 bilhão, na medida do possível dá pra ver que o País "Vermelho" conseguiu lutar contra a epidemia. Na outra ponta a Itália que tem pouco mais de 60 milhões de Habitantes já ultrapassou a China em números de mortos e registra mais de 6 mil. A Itália um País "Azul" europeu parece estar com uma crise de organização contra a epidemia do COVID-19 e busca uma saída rápida pra conter a terrível situação. Os Estados Unidos também está no momento critico da pandemia, e os números continuam elevados até o momento.
Shows, Eventos, Jogos de Futebol, NBA, tudo parado, e até as Olimpíadas foi adiada pra 2021, sinal que o alerta é serio e imediato.
Em partes este é um resumo que a questão da saúde de um povo não deve ficar na linha de debate político do Azul versus Vermelho, nestas horas os Países mostram suas organizações governamentais e mostram sua eficiência em atuar em situações críticas, quem usa deste desastre pra fazer politicagem também mostra um pouco de sua face. Não é momento de tratar uma Pandemia como "gripizinha" e quando convém jogar pra plateia pra inflamar uma já existente polarização do debate político.

O momento é cuidar de todos, para o bem do País e do Mundo.

Por Beto Teoria @betoteoria - Presidente da Nação Hip Hop São Paulo e Assessor Parlamentar da Deputada Leci Brandão


sexta-feira, 31 de maio de 2019

E nosso lema mantém vivo: Uma só Nação.

Há um ano atrás, exatamente no dia 31 de maio à 02 de junho de 2018, em meio a greve dos caminhoneiros, onde tínhamos um País parado.


Com muita confusão em postos de gasolina, supermercados com falta de suprimentos e preços altíssimos, cancelamentos de viagens e muitas dúvidas se poderíamos sair de casa. Tudo parado!?…


Quase tudo, porque nós da Nação Hip Hop Brasil, estávamos atentos e fortes para praticarmos nossa militância e nos colocarmos em movimento prol a nossa cultura.


Estabelecemos ativa nossa conexão, dialogamos com todo País; e de forma ousada nos instalamos na comunidade do Alto Vera Cruz, região leste de Belo Horizonte, e assim iniciou o nosso  3º Encontro Estadual de Minas Gerais e 5º Encontro Nacional de HipHop.


Tínhamos uma grande tensão em saber se daria certo, uns parceiros que acreditaram no projeto outros nem tanto, mas estávamos lá. A cada contato com caravana, uma grande ansiedade, pois eram pessoas, amigos, militantes que estavam a caminho do nosso valoroso encontro.


A pré-produção, foi ousada, montar numa escola, e garantir infra adequada e conforto para todas e todas. De reuniões e reuniões, passamos semanas tensas e tentando provar por A+B que tudo daria certo. Ufa! Deu certo sim!


Tivemos parceiros fundamentais no processo, muito obrigado. Em especial aos convidados e militantes que vieram de vários cantos do país e não posso deixar de citar o apoio local que foi peça fundamental para sucesso; muitos de nós nem dormimos por algumas semanas, mas valeu a pena!


Reunimos num feriado, num fim de semana, numa escola mais de 700 pessoas. Foi uma convivência coletiva super harmoniosa. Como tivemos outras ações abertas à cidade, e no local passaram cerca de mais de 1500 pessoas.


Uma proposta programação pautada na organização e na unidade. Encontro que teve como base a formação, o debate, reflexão e o pensar conjuntamente sobre o movimento Hip Hop a nível nacional, foi revolucionário. Sem contar as apresentações artísticas e performances dos 4 elementos que aconteceram durante todo encontro, demonstrando o grande potencial e a forma híbrida da nossa cultura.


E ao final, temos hoje um grande movimento que tem consigo um grande documento de referência "Manifesto Grito da Periferia" construído por várias mãos e super atualizado a nossa realidade e que aponta possibilidades de reflexão e construção, em prol das melhorias das nossas periferias por todo Brasil. E nosso lema mantém vivo: Uma só Nação.


Baixe nosso manifesto: https://bit.ly/2EHjsN1


Acesse: www.nacaohiphophop.com.br

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Manifesto o Grito da Periferia - Nação Hip Hop Brasil




Por meio do fomento dos elementos pilares da cultura Hip Hop, após 13 anos de muita atuação e luta, a Nação Hip Hop Brasil chega ao seu 5º Encontro Nacional. Seja em âmbito social, cultural e\ou político, as nossas ações ocorrem, principalmente, em prol das comunidades de periferia, especialmente junto às culturas urbanas e demais ações transversais que dialogam e fortalecem o movimento Hip Hop. Ao longo de sua história, a Nação Hip Hop Brasil acompanha e contribui com as transformações no país. A Nação participa no desenvolvimento de políticas públicas que geram oportunidades para uma parcela da população que sempre ficou à margem da sociedade. Para além, oportuniza o desenvolvimento daqueles que nunca puderam de fato exercer de forma plena sua cidadania. Mesmo que privados do exercício pleno de ser cidadão é fato que esses mesmo guerreiros e guerreiras ainda são testemunhas oculares de muitas mazelas sociais que assolam o povo da periferia, principalmente a juventude preta, pobre, mulheres e LGBTs.
Ao viver em uma sociedade na qual o capital é voz soberana e algoz, presenciamos retrocessos e descasos para com aqueles que realmente precisam ser acolhidos e atendidos com condições mínimas para uma vida digna. Essa vida digna é descrita e garantida na constituição brasileira, sendo um dever de um Estado democrático assegurar, por direito, a garantia dessas condições a todos os cidadãos brasileiros. Pelos motivos citados, após muitas discussões e análises, a Nação Hip Hop Brasil apresenta nesse encontro nacional alguns eixos de reflexões e debates para que o Hip Hop se debruce sobre os temas que serão a seguir descritos. Dessa forma, a intenção é construir uma detalhada avaliação e elaborar novas perspectivas, não só para aqueles que integram o movimento, mas para todos que acreditam que o Hip Hop pode e deve ser instrumento de luta social, cultural e política. Para este conjunto de análises e apontamentos, cabe ressaltar alguns pontos que no momento atual são destaques para esse fim:





 1) Geração de Trabalho e Renda e Empreendedorismo; 

Ainda é uma dificuldade no Brasil sobreviver ou garantir condições mínimas e dignas de trabalhos para aqueles que querem exclusivamente atuar na área de produção artística e cultural (e todos os seus eixos transversais). No que refere-se ao movimento Hip Hop, mais de 90% dos protagonistas nesse segmento ainda precisam ter uma ocupação formal ou informal em outros ramos de atuação, pois, garantir trabalho e renda oriundos dos meios culturais ainda é uma sonhada vontade, mote para uma luta incansável e diária. Para que, mesmo que de forma tímida, a geração de renda e empreendimentos através do Hip Hop possam vir a ser uma constante realidade, torna-se premente destacar ideias e ações que possam vir a ser ou já são atividades desempenhadas e de positivo saldo.

2) Comunicação e Mídias; A comunicação mais do que nunca, é uma atividade pilar para a Nação Hip Hop.

É por meio dela que as principais ações e atores se conectam, é por ela que vem a sinergia no campo de pensamento e unidade de ação. E, neste sentido, entender como funcionam os meios de comunicação e suas ferramentas faz-se primordial para que sejam cada vez mais efetivas nossas iniciativas. Sem a consolidação de um canal efetivo de comunicação dentro de nossa rede, corremos o risco de ver reverberarem informações e opiniões contrárias às nossas. Um grave efeito da circulação de conteúdos que venham em desencontro a cultura Hip Hop nas mídias, será a desconstrução de um processo de formação cultural que sempre se respeitou em nossa ancestralidade africana e nossas referências griôs. Estar conectado é importante, mas saber produzir e gerenciar esses espaços e formas de comunicação é primordial. Neste aspecto, a comunicação, as mídias e seus plurais suportes e métodos precisam cada vez mais ser entendidos e explorados.

 3) Cultura e Entretenimento;

É importante entender que a Cultura Hip Hop está enraizada numa plural diversidade, que vem expressada na fala, na roupa, no estilo de vida, e no posicionamento político. O que nos une integrados em nossa rede é o universo cultural do Hip Hop com seu fundamento histórico, e é nesse caminho por onde devemos trilhar para que além da música e entretenimento, seja possível entender que a questão cultural necessita de uma base sólida e contextualizada. Nesse âmbito, é preciso compreender que o evento final de cada ação nada mais é do que todo um processo de criação e participação, e, valorizar todas estas fases e etapas é o que garante que todos possam ter voz e acolhimento neste processo. Sem essa plena compreensão, nossa cultura Hip Hop corre o risco de ser cooptada ou descaracterizada pela indústria do capital e mercado. Entender o funcionamento dessa cadeia produtiva que nos envolve é o mesmo que buscar que o resultado dessa construção venha a ser próprio do movimento Hip Hop para que seja ele mesmo o mantenedor de um saldo positivo, tanto do ponto de vista artístico e de entretenimento, quando do ponto de vista de articulação cultural.

 4) Ocupação de Espaços de Poder com Ação Política e Institucional;
É fácil verificar que é improdutivo sermos representados e\ou ficarmos na dependência e avaliação de terceiros que não entendem a cultura Hip Hop. Faz-se mais que necessário ocupar alguns espaços estratégicos, que venham a trazer de forma direta o empoderamento dos pares do Hip Hop, pois estar em espaços de decisão traz desdobramentos concretos e objetivos dos projetos que pensamos e queremos. Todo espaço de enfrentamento no campo das ideias e das decisões é importante e precisa ser nosso objetivo ocupar e atuar nesses espaços. De certo que nossa realidade apresenta-nos dificuldades para que as iniciativas do nosso movimento sejam atendidas. Porém, é nossa tarefa, por dialogar com a sociedade de forma plural (em especial com as culturas urbanas) contribuir com o processo de desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária. Para tanto, devemos aproximar e incluir diversas culturas urbanas garantindo um espaço de fala e participação, como por exemplo o skate, o funk, o reggae, o samba, entre outros.

 5) Desenvolvimento Social Educacional e Cidadania;

 Não estamos imunes às mazelas sociais e a imensa desigualdade que ainda existem no Brasil. De fato, somos as principais vítimas de um sistema ausente e omisso. Por isso, não podemos nos furtar a tarefa de promover os debates centrais que envolvem os pares da Nação Hip Hop e nossos irmãos e irmãs das comunidades periféricas. Os dados da violência contra nossos jovens, as mulheres vítimas de um cotidiano machista, são alguns exemplos de situações que devemos combater. A ausência de políticas públicas que atendam a necessidade básica de um povo e a necessidade de garantir oportunidades para o avanço social de todos e todas, refletem na nossa missão de nos fazermos presentes, cada vez mais ativos na luta pelo exercício pleno da cidadania dos guerreiros e guerreiras. O Movimento Hip Hop tem sua atuação nas bases periféricas e reconhece como poucos as bandeiras de lutas necessárias contras as desigualdades históricas que afligem nosso povo, como as sequelas do período escravagista. Temáticas como a ocupação de território e lutas pela moradia e reforma agrária, devem ser pautas permanentes e necessárias ao debate junto aos nossos núcleos, assim agregamos conhecimentos e orientações para travar as lutas pela cidadania plena e emancipação. Fiquemos atentos ao processo eleitoral e às ocupações dos espaços de poder, pois nossa participação e comprometimento neste processo serão decisivos para os desdobramentos favoráveis ou não para nossas vidas e quebradas.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Minas Gerais Foi Palco do 5º Encontro Nacional da Nação Hip Hop


Minas Gerais convocou e a Nação Hip Hop Brasil colou!!



De 31 de Maio a 02 de Junho, aconteceu o 5º Encontro Nacional da Nação Hip Hop Brasil, lá do alto!! Do Alto Vera Cruz, Ecoou o Grito!! UMA SÓ NAÇÃO!! E geral mandou avisar... Este é o grito...O Grito da Periferia!!

Varias lideranças da Nação Hip Hop Brasil, além de amigos e parceiros desta gloriosa entidade, marcaram presença para contribuir e vivenciar uma Programação dinâmica e qualificada que tratou de temas e demandas que estão diretamente ligadas ao movimento e a cultura Hip Hop, que pra além da Cultura e Entretenimento que o Hip Hop deste sempre traz e faz, mas também trazendo pautas necessárias a discussão e reflexão pra aqueles que estão inseridos na vida cotidiana periférica e sabem mais do que ninguém por onde devemos trilhar e avançar na luta em busca de uma sociedade mais justa e igualitária.

Temas como; Geração de Renda e Empreendedorismo, Comunicação e Mídias, Cultura e Entretenimento, Ocupação de Espaços de Poder Institucional e Político, foram um pouco das linhas gerais que deram o Tom das discussões em 3 Dias de Encontro, e que teve entre os convidados especiais, o Músico Mineiro Flavio Renegado e a CEO da Boogie Naipe e dos Racionais MCs, Dra. Eliane Dias.








Diversos veículos de imprensa, seja da mídia convencional ou alternativa, estiveram de passagem pelo evento e promoveram diversos registros. É possível acompanhar um pouco do que rolou no 5º Encontro Nacional da Nação Hip Hop Brasil pelas redes sociais e página oficial da entidade no facebook, /https://www.facebook.com/nacaohiphopbrasil2013/

O Encontro também teve agenda importante na manutenção organizativa da entidade, que elegeu os novos dirigentes nacionais da Nação Hip Hop pro Biênio 2018/2020 e conduziu ao comando máximo da entidade, o Mano Fred Negro F. (MG) para Presidente e Mel Gomes (RJ) para Vice.



Agradecimentos especiais a Diretora Vânia da Escola Municipal Israel Pinheiro, toda sua equipe escolar, a Prefeitura de Belo Horizonte, Governo Estadual de Minas Gerais, CEMIG, Instituto A Rebeldia, entre outros parceiros e colaboradores que ajudar a garantir a realização deste especial evento.

Vida Longa a Nação Hip Hop Brasil!!

Uma Só Nação!!