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quarta-feira, 3 de abril de 2024

Convocação Imersão Nacional 2024


América do Sul, Brasil, criado em 18/03/2024 - atualizado em 04/04/2024 | 19:53

A/c  Combatentes,

Com os cordiais cumprimentos de estima e apreço, convidamos as nossas DIREÇÕES ESTADUAIS para participar da IMERSÃO ANUAL da Nação Hip-Hop Brasil.

Este Encontro Nacional tem como objetivo realizar um Balanço e o Planejamento Anual da nossa organização. Será realizada nos dias 08 e 09 de junho de 2024 de 09h00 às 18h30, na Casa Viração - Sede da UJS - Rua Alameda Ribeirão Preto, 296, Bela Vista, São Paulo, formato presencial e restrito a convidades.

Esta ação é fruto do dialogo e da colaboração coletiva e participativa, cultural e periférica, articulada pela nossa Direção Nacional e contará com representantes de diversas partes do País, com o intuito de avaliar e prospectar sobre a luz do nosso manifesto “O Grito da Periferia” lançado em 2018, e em prol dos avanços e prospecção em prol para os 20 anos da Nação Hip-Hop Brasil.

Solicitamos que as DIREÇÕES ESTADUAIS da Nação Hip-Hop Brasil, debatam e viabilizem a presença de até 02 integrantes. Tenham atenção sobre a diversidade e pluralidade na proposição dos representantes locais para compor nosso encontro. Faz parte da nossa luta garantir paridade de gênero e o respeito pela  diversidade, esta é uma luta travada na nossa organização desde sua fundação. 

Confirme a participação por e-mail até dia 05 de abril de 2024.

Será uma grande honra para nós contar com a ilustre presença em nosso encontro nacional e tão ímpar para a nossa organização e para o nosso País.

Nossos sinceros comprimentos e agradecimentos,

Vale ressaltar que não viabilizaremos translado para esta atividade. Caso precise de carta convite que possa oportunizar a parceria, solicite enviando e-mail para  nacaohiphopbrasil.dn@gmail.com

É tarefa de todo e qualquer membro da entidade: Participar, Divulgar e Contribuir.


Fred Negro F.
Presidente Nacional Nação Hip Hop Brasil

Betinho Zulu
Secretário de Organização Nacional Nação Hip Hop Brasil

sexta-feira, 13 de maio de 2022

CONVOCATÓRIA NACIONAL : IMERSÃO ANUAL da NH2Br 2022


América do Sul, Brasil, 13 de maio de 2022.
 
A/c  Combatentes,
 
Com os cordiais cumprimentos de estima e apreço, convidamos as nossas DIREÇÕES ESTADUAIS para participar da IMERSÃO ANUAL da NH2Br.
 
Encontro este que tem como objetivo a Construção e Planejamento Trienal da nossa organização. Esta atividade, a se realizar nos dias 25 e 26 de junho de 2022 de 9h às 18h30, em São Paulo - capital, local à confirmar, formato presencial e restrito a convidades.
 
Esta ação é fruto da construção participativa, cultural e periférica, articulada pela nossa direção nacional e contará com representantes de diversas partes do País, com o intuito de avaliar e prospectar sobre a luz do nosso manifesto “O Grito da Periferia” lançado em 2018, e traz com sigo um múltiplo pensamento em prol da organização do nosso movimento Hip Hop e os diversos desafios continentais das Periferias e do Brasil.
 
Nesta ação infelizmente não contamos com patrocínio e apoio financeiro, então solicitamos que as DIREÇÕES ESTADUAIS da NH2Br, debatam e viabilizem a presença de até 02 integrantes, e tenham atenção a diversidade e pluralidade na proposição dos representantes locais para compor nosso encontro. Faz parte da nossa luta garantir paridade de gênero e o respeito pela  diversidade, esta é uma luta travada na nossa organização desde sua fundação.
 
Solicitamos a confirmação por e-mail até dia 27 de maio de 2022. Será uma grande honra para nós contar com a ilustre presença em nosso encontro nacional e tão ímpar para a nossa organização e para o nosso País.  Meus sinceros comprimentos e agradecimentos,

 

Fred Maciel | Negro F.

Presidente Nacional Nação Hip Hop Brasil


CONTATOS:

E-mail: nacaohiphopbrasil.dn@gmail.com | 31 997069378 : @frenegrof | 12 988060541 : @betinhozulu


É tarefa de todo e qualquer membro da entidade: Participar, Divulgar e Contribuir.


 

 

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

13 Anos de Nação Hip Hop Brasil

Salve Irmãos e Irmãs da nossa gloriosa Nação Hip Hop Brasil, neste ano de 2018 completamos 13 Anos de jornada e luta. Agradecemos a todos que de forma direta ou indireta fortaleceram sempre, nossos trabalhos e nossa rede.

Nosso sentido de existir e de atuar é ajudar a construir possibilidades e caminhos que fortaleçam nossos iguais que escolheram o Hip Hop e as Culturas Urbanas como instrumento de luta e participação na busca por um mundo mais justo e igualitário.  Ainda há muito a se fazer, muito há compartilhar e aprender, dentro e fora de nossas bases, aprendendo com os erros aprimorando os acertos, mas sem duvida nenhuma mantendo o espírito guerreiro de prontidão para toda luta que se fizer necessária.

A partir deste Dia 22 de Janeiro celebramos nosso aniversário, mas também renovamos nossos compromissos e objetivos de atuar para que a Nação Hip Hop Brasil seja uma entidade de vanguarda na luta cultural, social e política. Sejamos um por todos, e todos por um...sejamos sempre UMA SÓ NAÇÃO!.
#NH2B
#naçãohiphop13anos


Nação Hip Hop Brasil

sábado, 19 de novembro de 2016

A invisibilidade da mulher negra na Historia do Brasil

A invisibilidade da mulher negra na historia do Brasil se deu a partir da combinação da opressão de gênero e de raça. Se o mito da democracia racial foi perverso para o conjunto da população negra, aparentando - a da sua historia e do seu protagonismo, em relação às mulheres negras esse drama foi ainda pior.
A mulher negra foi transformada em símbolo da escravidão e socialmente desvalorizada, e a sua representação construída é de passividade e subserviência. Nessa lógica, o racismo foi bastante eficiente, pois além de ocultar a historia de luta e organização dos negros e negras, tenta esconder o quadro de desigualdades e diferenças existentes no país.
A sociedade escravocrata e machista, numa pretensa proteção à mulher branca, sob o estereótipo de “sexo Frágil”, colocava-a numa “redoma de vidro”, onde seu papel social se resumia a cumprir suas obrigações matrimoniais, reprodução e acompanhamento aos cuidados da casa. Enquanto as mulheres negras eram colocadas em pé de igualdade no trabalho escravo com os homens, sendo castigadas da mesma forma que os homens negros e , ainda, na maioria das vezes sendo obrigadas a ter relações sexuais com os homens brancos.
A opressão machista e racista sob o comando de seu mecanismo mais eficaz, o mito da democracia racial, conseguiu durante muito tempo invisibilizar a mulher negra, inclusive no seu protagonismo na luta de classe travada no Brasil durante o período colonial e imperial.
O mito da democracia racial tem um poder ideológico tão forte que ainda hoje perpassa todos os espaços da sociedade, inclusive as organizações sociais e políticas, assim como o próprio movimento negro.
O protagonismo da mulher negra nas lutas não nasce nas décadas de 70 e 80 com o surgimento do “feminismo negro” no Brasil , muito menos com os movimentos recentes, a exemplo da jornada de Junho de 2013 em que as periferias, em aos espontâneos, em suas grande maioria sob direção de mulheres, foram ás ruas contra os assassinos de jovens negros pela policia e por direitos mínimos. A luta protagonizada por mulheres negras nasceu desde que o primeiro navio negreiro aportou em terras brasileiras trazendo africanos sequestrados e escravizados, muito embora a historiografia oficial tenha silenciado sobre a presença e atuação de negras nas lutas e resistências à escravidão. Neste sentido, busca-se recuperar o protagonismo dessas mulheres, sejam como sacerdotisas, guerreiras, comandantes de exércitos, quilombolas ou comunidades de terreiro. As diversas experiências matriarcais que o sistema opressor insiste em ocultar até hoje, a exemplo da resistência nas favelas.

As heroínas Negras.
Aqualtune
Era uma princesa africana, filha do importante Rei do Congo. Numa guerra entre reinos africanos, foi derrotada, juntamente com seu exército de 10 mil guerreiros e transformada em escrava. Foi levada para um navio negreiro e vendida ao Brasil, vindo para o Porto de Recife. Comprada como escrava reprodutora foi levada para região de Porto Calvo, no sul de Pernambuco. Lá conheceu as histórias de resistência dos negros na escravidão, conhecendo então a trajetória de Palmares, um dos principais Quilombos negros durante o período escravocrata. Aqualtune, nos últimos meses de gravidez ,organizou uma fuga junto com outros escravos para o quilombo, onde teve sua ascendência reconhecida, recebendo, então, o governo de um dos territórios quilombolas, onde as tradições africanas eram mantidas. Aqualtune era da família de Ganga Zumba, e uma de suas filhas teria gerado Zumbi. Em uma das guerras comandadas pelos paulistas para a destruição de Palmares, a aldeia de Aqualtune, que já estava idosa, foi queimada. Não se sabe ao certo a data de sua morte. Rainha Nzinga A Rainha Nzinga nasceu em 1582 e morreu em 17 de dezembro de 1663. Filha do Rei do estado de Ndongo, o Ngola Quiluanji, ela é uma das principais heroínas do povo mbundo da atual República de Angola, ficou conhecida por liderar a resistência contra a invasão portuguesa em seu território, bem como sua altivez e insubordinação ao poder masculino. Os relatos históricos registram seu nome em diferentes formas: Jinga, Njinga, Ginga ou mesmo Ana de Sousa (nome que recebeu após seu batismo, reconhecido como ação estratégica utilizada no enfrentamento ao conflito contra os portugueses). Nzinga foi, além de grande e feroz guerreira e comandante, uma grande negociadora – por isso alguns autores identificam nesta qualidade da rainha a origem do termo ginga (a forma portuguesa de seu nome) significando flexibilidade, capacidade de negociação e adaptação, jogo de cintura.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Minas Gerais Inaugura Casa do Hip Hop Taquaril

No dia 08 de Outubro de 2016, foi inaugurado na cidade de Belo Horizonte MG a Casa do Hip Hop Taquaril. A primeira casa do Hip Hop no estado, teve uma grande festa na comunidade do Taquaril zona leste da capital mineira.

O evento foi realizado pelo Nação Hip Hop Brasil BH juntamente com a equipe da CH2T e do Aliança Cultural Taquaril, a programação contou com atividades diversas, com Roda de capoeira do grupo Abolição o mais antigo da quebrada, teatro da nossa irmã, Casa do Beco da comunidade Barragem Santa Lúcia com o espetáculo Micro Mundo, Negro F, Surto, Ella, Lelo, Storm, Binho Barreto, Denis Leroy, Lucas Alfa, Oz, Pedro Lúcio, Igor e John, em um mutirão de Graffitt coloriram a Casa, tivemos a participação do Betinho do Nação Hip Hop Brasil - SP e da Nayani da rede de Mulheres Nandi de SP na roda de conversa do Nação Hip Hop Mulher, com uma participação massiva de Mulheres de algumas cidades do estado tais como: Nova Lima, BH, Barão de Cocais e Betim.

A Cypher teve a participação de DJ Lau com vários B.boys e B.Grils de BH, Ibirité e Conselheiro Lafaiete na pessoa de Just Max coordenador do Nação em sua cidade, a tarde terminou com um super Work shop de House ministrado pela Sheilinha dançarina e arte educadora.
A noite caiu com os Pockets Shows de Cleytão, Ice Band, Bob Nei e HP Ogg, Setor R.A.P, Rapper Blitz e Vozes da Periferia de BH. Nagô, Made in Favela, Mcs Ddrão, Taí e Karter da cidade de Betim MG, na sequência se finalizou o evento com a tradicional Batalha do Conhecimento Rima na Rua com 2 Mcs campeões, algo inédito na história do Rima na Rua.

A Casa do Hip Hop Taquaril promoveu uma grande ação em rede, envolvendo vários parceiros como o Centro Cultural Alto Vera Cruz da Prefeitura de BH, o Programa Fica Vivo do Governo do Estado de MG, a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, O Centro cultural Arrebeldia do nosso parceiro Flávio Renegado, Casa do Beco, a ONG Oficina de Imagens e a PMMG, "Criar um espaço como esse é se tornar independente para protagonizar a partir do Hip Hop, a importância da Casa do Hip Hop Taquaril  como uma pílula em Minas Gerais significa muito para angariar recursos públicos ou privados que será  fundamental para emplementarmos políticas públicas para o Hip Hop Mineiro, quanto ao impacto cultural para a comunidade é visível para tod@s, sem palavras... a festa foi de puro conhecimento, cultura Hip Hop, Lazer e diversão, foi lindo" Conta Rapper Blitz um dos Coordenadores do NH2B-MG e CH2T.
Mais de 44 artistas envolvidos, 04 cidades de MG, 01 cidade de SP, circularam durante todo o dia aproximadamente 2.000 pessoas da comunidade e de vários bairros da cidade.

No Domingo a Equipe da CH2T e NH2B-MG participou de uma formação com o Betinho NH2B- SP no qual foram citados pontos importantíssimos sobre rede, sustentabilidade e Hip Hop.
A programação da Casa do Hip Hop no mês de Outubro segue com as seguintes atividades:

Terças e Quintas - Feiras
**Escola de Rap - Das 17:00 às 19:30 Horas.
**Aula de Capoeira (Grupo Abolição) das 20:00 às 22:00 Horas - Lanche por conta da casa.

Segundas e Quartas - Feiras
**Escola de Breaking das 19:30 às 21:00 Horas.
AGENDA DE OUTUBRO
*21/10 - Rima na Rua Batalha do conhecimento - 20:00 às 23:00 Horas.
*22/10 - Oficina de cinema independente - 09:00 às 15:00 Horas - Café e almoço por conta da casa.
*27/10 - Cine Clube Sabotage - 19:00 Horas - Filme: Ostentação - Pipoca por conta da casa
*Toda a programação gratuita.
Confira e curta a nossa página no Facebook e fique por dentro das informações e toda a programação:


Casa do Hip Hop Taquaril MG - "Sonhos realizando sonhos, A Casa é sua."

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Nação Mulher participa do V Fórum Nacional de Mulheres no Hip Hop

O Fórum Nacional que aconteceu nos dias 16,17 e 18 de Setembro, na Ação Educativa na Cidade de São Paulo – SP foi um marco para a construção coletiva das mulheres do hip hop no Brasil. Com representatividade de diversos estados e coletivos, cumpriu um importante papel de formação, articulação e debate para a construção individual e coletiva das mulheres do movimento, seja para nossas Rainhas com anos de caminhada no movimento, quanto para a nova geração que pôde conhecer as mulheres que admiram, e aprender com elas sobre as dificuldades e conquistas, trilhadas neste caminho até aqui no movimento hip hop.
Com diversas intervenções culturais e artísticas essas mulheres transformaram as vidas umas das outras, o que permitiu nos conhecermos melhor como mulheres e nos fortalecer para as lutas do presente e do futuro. Não somos só uma, ou duas gotas de água doce no oceano, hoje somos uma chuva, uma tempestade de água doce em um mar salgado de machismo e opressões sociais que ocorrem todos os dias.
Nos tornamos empoderadas para mostrar, cada dia mais, que sabemos o que queremos e não teremos medo de derrubar as barreiras para conquistar os nossos anseios. O Fórum cresce a cada ano, mostrando a necessidade da unidade entre as mulheres para que tenhamos êxito no que construímos diariamente, cada uma em seus espaços de atuação.
Como qualquer grande movimento tivemos problemas, algumas divergências, e dificuldades de organização, mas que só mostram que não temos medo de aprender, olhar para dentro do nosso movimento com o olhar crítico de que podemos ser a cada dia melhores e maiores.

Agradecemos a todas as pessoas que contribuíram direta ou indiretamente para que a nossa participação fosse possível nesse encontro.
A Nação Hip Hop Mulher sai deste encontro com a missão de organizar as suas bases, construir agendas e atividades para que a cada dia haja mais mulheres empoderadas, sabendo dos seus direitos, deveres, e da força que nunca estaremos sós, pois... JUNTAS SOMOS MAIS FORTES!!


Por: Bianca Amorim – B3R; Rapper e MC, Monitora Cultural e Militante do Movimento Social, Dirigente Nacional da Nação Hip Hop Brasil, Integrante do Coletivo Casa de Cultura Livre do Jd Iguatemi e São Mateus, Ex Auxiliar de Juventude da Sub Sé, Atuou como Articuladora de Políticas Públicas pra Juventude na Coordenadoria de Direitos Humanos da Capital SP.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

NAÇÃO MULHER: Nota de repúdio ao B.Boy Hell da Killafun de Sergipe.




NOTA DE REPÚDIO:

A Nação Mulher SE, enquanto entidade de apoio ao HIP HOP feminino, e as causas feministas, repudia o que ocorreu no último domingo, (31/07) em Pirambu/SE  onde a B.girl Diih Ferreira foi desrespeitada e agredida.
Quando a mesma entrou na cypher, Wader Santos mais conhecido como B.boy Hell da Killafun colocou o dedo em suas partes íntimas, revoltada com essa agressão outra B.girl foi intervir e o b.boy Hell a agrediu fisicamente. O b.boy ainda utilizou palavras de baixo calão para com a vítima e disse "Só racha comigo quem aguenta." Vamos ver se você irá aguentar então!!!

Enfim, os ataques são cada vez mais constantes dos b.boys de Sergipe, o movimento HIP HOP definitivamente não respeita as mulheres, nós da Nação Mulher  não iremos aceitar violências, machismos nos espaços que estamos inseridas, exigimos respeito porque ele é nosso por direito.

Todo o nosso apoio as B.Girls e mulheres do movimento HIP HOP que resistem nos espaços que ocupam, não podemos nos calar, mexeu com uma mexeu com todas.

NAÇÃO MULHER!

Clique aqui, confira e compartilhe na Integra a Nota de Repúdio da Frente Nacional Mulheres no Hip Hop

terça-feira, 31 de maio de 2016

Nota de Repúdio - Nação Mulher, diga NÃO a cultura do estupro.

NOTA DE REPÚDIO

A Nação Mulher, enquanto entidade de fortalecimento dos trabalhos, produções do Hip Hop feminino e de apoio às demais causas feministas, se solidariza com o terrível acontecimento ocorrido nesta semana, no qual uma adolescente de 16 anos foi dopada e violentada por 33 homens. 

Numa sociedade em que a cultura do estupro é tão presente e naturalizada, acabamos por culpabilizar as vítimas de um abuso tão cruel, que não "só " faz danos físicos, como também psicológicos. 

A Nação Mulher crê que o combate ao estupro não deve ser por meio de padrões de roupa,
comportamento, ou os lugares que frequentamos, mas a solução está em políticas públicas eficientes na proteção à mulher, como também a educação e desconstrução do machismo estrutural,
enraizado em nossa sociedade patriarcal. E punição severa para os criminosos. 

Não ensine a mulher a como não ser estuprada.
Ensine ao homem a não estuprar!

Nação Mulher

Nação Hip Hop Brasil

#junt@ssomosmaisfortes



quarta-feira, 16 de março de 2016

Carta da Nação Hip Hop à Democracia

Salve Democracia!

Sempre que a Globo, a Veja, a Folha, a polícia e todos esses filhos da ditadura estiverem de um lado. Pode acreditar, nós estaremos do outro lado, do seu lado.
Quando na periferia invadem a casa e sequestram um sindicalista que deu a vida e transformou o seu país, nós o defenderemos.
Quando homens sem caráter, que roubaram durante 500 anos as riquezas da nação e tentam culpar a única mulher presidenta de nossa história, nós não vacilamos, lutaremos e diremos em alto e bom som: É GOLPE!
É justamente em momento difícil como este que a gente sabe quem são os verdadeiros, tá ligado. E se o momento é duro, somos mais duros ainda.
O Hip-Hop é irmão da democracia. Nascemos juntos no Brasil. Já pensou um rapper, sem a Democracia? Não dá nem para imaginar. 
Lutamos muito para conquistar o direito de poder dizer o que pensamos em nossas músicas, nos muros, na dança.
Tornamos um operário presidente da república e Lula criou os Pontos de Cultura, deu condições aos mais pobres viverem em uma moradia digna, ter diploma universitário e viajar de avião. Se tornou o maior político do século XXI e elegeu sua sucessora: Dilma combateu a força bruta a favor da liberdade e venceu, venceu o câncer e venceu as duas eleições que concorreu. Não será um monte de patifaria e mentiras que irá derrota-la.
O salário mínimo longe do ideal, nunca foi tão alto. Vivemos o pleno emprego e descobrimos o pré-sal. Se não bastasse o país ainda recebeu a Copa e receberá as Olimpíadas. 
Isso tudo é muita afronta. Os poderosos decretaram que essas coisas não são pra nós. Feito pato, uma par foi atrás, no embalo.
Destruíram todos os nossos orgulhos, do futebol à Petrobras.

"Enquanto a Klu Klux Klan bate panela na Paulista" (Renegado)

Agora querem acabar com você. Isso mesmo, você Democracia, corre um sério risco e nossa cara é denunciar:
É GOLPE! 

sábado, 13 de fevereiro de 2016

EmPODERa – Ação será 1º Evento do Coletivo NANDI

Após a reunião de construção coletiva que ocorreu no dia 30 de Janeiro de 2016, onde foram construídas varias propostas coletivas, uma delas  foi à legitimação do Coletivo de mulheres de Jacareí, que a partir do dia 21 de Fevereiro se denominará Coletivo de Mulheres "Nandi" (Jacareí). Nome esse escolhido pelo coletivo, com a intenção de homenagear a Rainha Nandi, que foi a mãe do rei lendário de Shaka Zulu de Zulu. Nascido em 1760, Nandi era filha de Bhebhe, um chefe do povo Langani.
Sendo assim o Coletivo de Mulheres Nandi e seus parceiros, tem o prazer de apresentar a primeira atividade do ano, o “EmPODERa – Ação”, uma celebração que foi construída para o fortalecimento e empoderamento das mulheres dentro da cultura negra e no Hip Hop.
E com uma programação com artistas na arte, musica e dança, que com certeza mostrará um novo olhar das mulheres em suas lutas. Todos são nossos convidados para a primeira celebração: EmPODERa - Ação

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Parabéns Nação Hip Hop! Chegamos aos Nível 1.1

Parabéns Nação Hip Hop Brasil pelos valorosos 11 Anos de Vida, firmados nestes 22 Dias de Janeiro de 2016. Chegamos firmes e fortes ao nível 1.1, (um ponto um) Sim! Somos milhares de manos e minas espalhados pelo Brasil que acreditam que em 1º Lugar vem à essência da Cultura Hip Hop, que nos une e nos alimenta diariamente, somos em alguns momentos os 1º “Primeiros” que defendem com unhas e dentes as bandeiras de luta de nosso movimento, bem como em prol da periferia, somos aqueles que 1 (um) sonho pra ser conquistado pode ser somado e divido ao mesmo tempo por aqueles que se juntam a nós pelo mesmo ideal, mas somos também infelizmente os 1º “Primeiros” a sofrer com as mazelas sociais ainda salientes em nosso país, ainda somos infelizmente os 1º “Primeiros” na lista trágica da violência que extermina nossos irmãos e irmãs nas periferias brasileiras.
Devemos sim Celebrar junto a Nossa Gloriosa Nação Hip Hop Brasil, 11 Anos de Lutas e Vitórias, forjadas diariamente com muito trabalho e dedicação, e para avançar ainda mais, com garra e ousadia, precisamos sempre de mais 1... Mais 1 (um) irmão, Mais 1 (uma) Irmã, Mais 1 Ano de Correria, atrás do mundo que queremos, 1 (um) Mundo mais justo e mais igualitário.  
Devemos sempre acreditar que “Juntos Somos Mais Fortes”, e só assim, somando 1+1, seremos = “Uma Só Nação”.
Parabéns Nação! Vida Longa ao Hip Hop!

Roberto Landim – Beto Teoria
Presidente Nacional da Nação Hip Hop Brasil.


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Mari’AZ. são destaque do rap feminino no Ceará

Mari’AZ. Esse é o nome do grupo de rap feminino, nascido em Fortaleza, que sobe pela primeira vez aos palcos neste sábado (10), no Complexo Armazém, centro da cidade. Formado por 11 meninas da periferia cearense, o grupo surgiu com o intuito de mostrar a força da mulher dentro da cultura hip-hop e conta com o apoio cultural da galera do Cuca da UNE.
“A cena do hip hop ainda é muito machista, alguns caras tem o conceito de que as mulheres “estão buscando espaço”,quando na realidade o espaço já é delas,elas já produzem essa cultura e vê- las pela primeira vez em um trabalho coletivo aqui no estado é muito simbólico. Cada uma estará falando de sua história, mas todas em unidade transmitindo que a mulherada tem muita voz no rap cearense e também no mundo”, falou a coordenadora de projetos do Cuca da UNE, Bárbara Cipriano.
A Mc Carolina Rebouças, integrante do grupo e também do Cuca, conta que além da música o objetivo do Mari’AZ é criar um fórum de discussões para que cada vez mais mulheres possam compartilhar seus anseios e se unir numa grande ”banca feminina”.
“Não nos sentíamos representadas por letras machistas que existem no hip-hop. Esse é um projeto de unificação das mulheres para nos apropriarmos de um espaço que já é nosso por direito”, diz.

O grupo Mari’AZ se apresenta durante o festival Conexão Rap ao lado de nomes como Dazaria Mc, Roni Flow e os cariocas do Start Rap.

Fonte: CUCA UNE

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Frente Mulheres no Hip Hop promovem Fórum em Santos SP

No próximo dia 12.09.15 (sábado) a cidade de Santos - SP receberá o Fórum Regional de Mulheres no Hip Hop. O local será na Vila do Teatro localizado na Praça dos Andradas em Santos. O evento ocorrerá das 13h às 21h.
A coordenadora responsável pelo evento, Neia Oliveira, está na expectativa deste grande evento, visto que virão mulheres das cidades vizinhas e também da capital.
Ainda é possível participar, basta comparecer no local.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Entrevista com Preta Rara ao Blog da Nação

Salve Preta Rara! Você já tem uma caminhada no Rap, mas atuava com Grupo e agora ta fazendo seu trampo solo, como ta esta nova fase e seus projetos atuais?
Desde 2014 eu to fazendo este trabalho de carreira solo tentando divulgar e percorrer todo o Brasil, já tive por vários cantos de São Paulo e também a felicidade de ir para outros estados. No ano passado fui pra Minas, depois  pra Bahia, fiz inclusive um evento no Bairro Cabula onde houve aquela triste chacina, e recentemente também fui a Curitiba num evento promovido por Jovens Estudantes Feministas.
Agora to na expectativa de tão breve possível lançar meu CD intitulado “Audácia”, este titulo é porque eu acho que hoje em dia tem que ter muita audácia sendo mulher e viver nesta sociedade machista, racista e tão preconceituosa, tem que ter audácia mesmo pra dar a cara pra bater, se expressar da maneira que se quer e falar de temas que muitas vezes incomoda, meu trampo não é preocupado com a questão comercial, é claro quero fazer um trampo com Beat legal, com Melodia, mas poder falar também de temas que acho importante expressar e contestar.
Eu inclusive resolvi estudar e correr atrás pra ter uma outra profissão mesmo, pra não depender 100% do Rap né, pois a gente sabe que sobreviver da música é difícil, tem varias pessoas aí que já ta na caminhada muito tempo e ainda tem dificuldades, se um dia eu conseguir sobreviver só da música e do Rap legal, mas senão conseguir eu continuo na caminhada, inclusive este trampo que vou lançar no segundo semestre traz estes meus pensamentos e idéias, eu digo que se quiser saber o que penso é só ouvir este CD Audácia que lá eu procurei expor minhas idéias vontades e anseios, acho que as mulheres em especial as mulheres negras vão se identificar com este trabalho.

sábado, 13 de junho de 2015

Rap é compromisso, não é viagem – Por Anne Ribeiro*

A frase chegou a se transformar em um jargão dentro do movimento, estampa de camiseta e para alguns pode ser vista até como clichê, mas para aqueles que conseguem entender a real essência do que é ter o compromisso com o rap ser chamado de clichê é uma ofensa.
Sempre vi o hip hop para além de um movimento cultural, ou uma expressão das ruas. É o empoderamento do povo que foi marginalizado, onde eles se reconhecem e tem fluidez. Quando me dispus a trabalhar com Beto Teoria para a realização das atividades que aconteceriam dentro do 54º CONUNE, foi agarrar o leão pelos dentes e ensiná-lo a dançar breaking mesmo sem eu mesma saber dançar.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Em busca de algo mais – Por Negra Jaque

Em busca de algo mais, assim nós vamos, nos organizamos, brigamos, articulamos, fazemos parcerias. Já demos muitos passos, mas precisamos mais. O hip hop transforma vidas, esta é a frase que mais marca. E com ela muit@s de nós se guiam, buscam, compartilham e repassam seus valores.
O hip hop enquanto cultura em movimento não perdeu sua essência. Vemos sua grandeza a cada traço, a cada passo, a cada rima a cada scratchin…ele vive, e com as atividades de rua, comunitárias vemos ele trazer o brilho no rosto das crianças. É a manifestação artística, política e social que mais se aproxima das periferias urbanas do país. Mas estamos em outro momento, precisamos construir algo mais, mesmo que em alguns lugares ainda não tenhamos as leis municipais e estaduais de incentivo ao hip hop, aquelas em que já foram instaladas precisam avançar. É o momento de buscarmos nosso legado, cada vez mais é necessária a construção e implementação de espaços específicos de hip hop.