terça-feira, 8 de maio de 2018

Resumo da programação e Credenciamento do 5º Encontro Nacional

Confira dias e horários das nossas atividades, e já garante seu credenciamento diretamente aqui no site. 
O nome das atrações artisticas, palestrantes e oficineiros serão divulgados nos próximos dias.
Acompanhem tudo tambem pela nossa pagina no Facebook.

Link para o credenciamento:
https://goo.gl/aYZoNt











PROGRAMAÇÃO | 3º ENCONTRO ESTADUAL da Nação Hip Hop Brasil


DIA 31/Maio | 09h00 às 18h00
08:00h às 9:00h Abertura
Credenciamento dos participantes, no Ato do Credenciamento os participantes irão receber a programação e roteiro de todo o encontro para se organizar quanto a sua participação e logística de infraestrutura.

09:00h às 12:00h Roteiro de Oficinas/Workshop
# Ocupa/Rua = Ocupação das Culturas Urbanas x Casas do Hip Hop
# Comunicação e Mídia
# Organização de eventos e rolê na quebrada

13:30h às 15:30h  Debate Temático
“Caminhos e ações do Hip Hop no Estado”

15:30h às 18:00h  Criação do manifesto
“O grito da periferia” e eixos de atuação do Hip Hop 2018/2020 no estado;

PROGRAMAÇÃO | 5˚ Encontro Nacional da Nação Hip Hop Brasil

DIA 31/Maio | 18h00 às 21h00 | 1º Dia de Atividade
# Abertura Oficial com Credenciamento dos Participantes, no Ato do Credenciamento os participantes irão receber a programação e roteiro de todo o encontro para se organizar quanto a sua participação e logística de infraestrutura.

18:00h Boa Vinda das Delegações
Chamada oficial dos Estados Presentes no Encontro

19:30h às 21:30h  Ato Institucional
Mesa com Celebridades Nacionais e Estaduais!

# Leitura do Manifesto “O grito da periferia” e eixos de atuação do 2018/2020 em MG;

Obs.: Espaços de Convivência | Durante Todo o Encontro na área externa geral do Espaço será utilizada para integração social e cultural dos participantes com atividades de Recreação e Lazer para o público infantil, com atividades de artes circenses, livros, brinquedos e música. No Espaço de Entrada Durante o Evento será realizada uma exposição de Livros e Materiais Literários que abordam a temática Hip Hop e a Literatura Marginal.
DIA 01/Junho | 09:00h às 21:00h | 2º Dia de Atividade
09:00h às 12:00h Debates Temáticos
  • O Hip Hop e o Espaço de Poder | Hip Hop Ação Política e Institucional”
  • O Hip Hop Salva? | Hip Hop pela Transformação Social”

14:00h às 16:30h Roteiro de Oficinas/Workshop
# OCUPA/RUA + # COMUNICAÇÃO E MÍDIA + # ORGANIZAÇÃO DE EVENTO
17:00h às 19:00h Intervenções Livres
Mini Ramp, Basquete de Rua, Batalha Show de B.Boys e MC’s, Pocket Shows, Live Paint.
Aperfeiçoamento Artístico / reciclagem profissional
Danças Urbanas + Rimas Protesto + Arte e Design urbanos + Produção de Beats/ Studios

18:00h às 21:00h “Palco Uma Só Nação” | ARTISTAS CONVIDADOS à confirmar

DIA 02/Junho | 09h às 17h | 3º Dia de Atividade
09:00h às 12:00h Debates Temáticos
  • “1˚ Seminário da Cultura de Periferia”
  • “Hip Hop, gênero e resistência negra”
  • “Que Hip Hop queremos?” caminhos e ações, 2018/2020.

14:00h às 16:30h Roteiro de Oficinas/Workshop
# GERAÇÃO DE RENDA E EMPREENDEDORISMO + # FORMAS DE ENFRENTAMENTO AO GENOCÍDIO + # HIP HOP, GÊNERO E RESISTÊNCIA NEGRA

17:00h às 18:00h Intervenções Livres
Mini Ramp, Basquete de Rua, Batalha Show de B.Boys e MC’s, Pocket Shows, Live Paint.

18:00h #PLENÁRIA DE ENCERRAMENTO E COMPOSIÇÃO DA NOVA DIREÇÃO NACIONAL

18:00h às 21:00h “Palco Uma Só Nação” | ARTISTAS CONVIDADOS à confirmar


sexta-feira, 4 de maio de 2018

5º Encontro Nacional Nação Hip Hop Brasil

Está chegando o nosso 3˚ Encontro Estadual e o 5º Encontro Nacional da Nação Hip Hop Brasil. Neste ano o evento será sediado em Belo Horizonte, MG, nos dias 31 de maio (Estadual) com representação dos Municípios Mineiros e 01 e 02 de Junho (Nacional), com a perspectiva de reunir lideranças e representantes dos 14 Estados da federação onde existem núcleos de atuação do Hip Hop organizado. A grande novidade desta edição será a campanha "Calor Humano" para arrecadar roupas de inverno, sapatos e cobertores que serão doados às instituições de acolhimento de crianças, jovens, idosos e centros de referência à população em situação de rua em Minas Gerais. O esperado Encontro da Nação Hip Hop Brasil é um espaço de acolhimento, discussão e reflexão dos andamentos e demandas da nossa rede regional e nacional, todas as ações acontecem em sinergia com a práxis da cultura Hip Hop e do movimento cultural de maior expressão das periferias brasileiras, quiçá globais, na perspectiva da estética política, cultural e social. Os encontros nacionais acontecem em biênios, e reúne membros da Nação Hip Hop Brasil, maior organização de Hip Hop brasileiro, vindos dos mais diversos estados de atuação, para juntos planejarem ações locais e nacionais para o próximo biênio, além de reforçar os laços de amizade, cooperação e trocas de experiências, bem como definir de forma participativa e democrática a condução da entidade no próximo período. O Encontro serve ainda para que a rede busque sinergia e unidade de ação em suas bandeiras de atuação artística e social. Neste sentido, alguns pontos focais já estão definidos e servirão de eixos temáticos: Genocídio da Juventude Negra e Periférica; Sustentabilidade e Meio Ambiente; Comunicação e Novas Mídias; Geração de Renda e Empreendedorismo; Cultura e Entretenimento; Desenvolvimento Social e Cidadania; e o 1˚ Seminário da Cultura de Periferia; isso em sinergia com os 17 pontos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas. Todos estes eixos temáticos estarão de forma direta ou transversal dialogando com os mais variados segmentos do movimento Hip Hop, servindo de possíveis instrumentos para atores artísticos e sociais em seu cotidiano. E como espaço de celebração teremos o “Palco Uma Só Nação” que contará com performances, intervenções culturais e shows dos mais variados elementos da cultura Hip Hop durante os 03 dias de Encontro. 
Toda atividades serão gratuitas, para os espaços formativos solicitamos uma inscrição prévia. 

Para maiores informações, contate: Fred Negro F | Coordenador Institucional 31 997069378 | nacaohiphopbrasil.mg@gmail.com | www.nacaohiphopbrasil.com.br 

REALIZAÇÃO




 CONTA COM O APOIO/ COLABORAÇÃO Fórum de Hip Hop de Belo Horizonte; Diretoria de Políticas para Juventude; Escola Municipal Israel Pinheiro; Fundação Municipal de Cultura; Secretaria Municipal de Cultura; Secretaria de Governo; Belotur; Prefeitura de Belo Horizonte; SINTTROCEL; SINPRO MINAS; REDE MINAS; Secretaria Estadual de Cultura; FICA VIVO!; Secretaria Estadual de Segurança Pública; UAITEC; SEED; Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais; SEPLAG; SERVAS; GOVERNO DE MINAS; 






quarta-feira, 2 de maio de 2018

Porto Feliz Realiza Campeonato de Skate


O Coletivo Pic Favela e a CMX Crew realizam no Dia 13 de Maio a partir das 9:00hs no CEMEX.
O Campeonato de Skate Street CRIA DE RUA 2018. O Evento é Gratuito e a taxa de inscrição para os competidores é de 10,00 Reais.
Maiores informações veja no link do evento do facebook.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

13 Anos de Nação Hip Hop Brasil

Salve Irmãos e Irmãs da nossa gloriosa Nação Hip Hop Brasil, neste ano de 2018 completamos 13 Anos de jornada e luta. Agradecemos a todos que de forma direta ou indireta fortaleceram sempre, nossos trabalhos e nossa rede.

Nosso sentido de existir e de atuar é ajudar a construir possibilidades e caminhos que fortaleçam nossos iguais que escolheram o Hip Hop e as Culturas Urbanas como instrumento de luta e participação na busca por um mundo mais justo e igualitário.  Ainda há muito a se fazer, muito há compartilhar e aprender, dentro e fora de nossas bases, aprendendo com os erros aprimorando os acertos, mas sem duvida nenhuma mantendo o espírito guerreiro de prontidão para toda luta que se fizer necessária.

A partir deste Dia 22 de Janeiro celebramos nosso aniversário, mas também renovamos nossos compromissos e objetivos de atuar para que a Nação Hip Hop Brasil seja uma entidade de vanguarda na luta cultural, social e política. Sejamos um por todos, e todos por um...sejamos sempre UMA SÓ NAÇÃO!.
#NH2B
#naçãohiphop13anos


Nação Hip Hop Brasil

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Nota de Falecimento - BANKS Back Spin

Nota de Falecimento

BANKS - Um dos pioneiros das Rodas de Breaking da São Bento se despede da Comunidade Hip-Hop Nacional...

Um dos precursores do mítico encontro da estação São Bento, no centro de São Paulo e um dos fundadores da lendária equipe de dança BACK SPIN CREW, Ericson Carlos Silva, mais conhecido por seu nome artístico "BANKS BACK SPIN.

É com muito pesar que a Nação Hip Hop Brasil informa sobre a morte do nosso grande amigo e companheiro de jornada. A sua morte nos pegou de surpresa e o levou de nós repentinamente. Neste momento de dor e consternação, só nos cabe pedir a Deus que lhe ilumine e lhe dê paz, e que Deus dê conforto à sua família para que possam enfrentar esta imensurável dor com serenidade.

Agradecemos imensamente o tempo que pudemos conviver com ele, que será sempre lembrado pelo profissionalismo, honestidade, lealdade, inteligência, competência e sensibilidade para lidar com as adversidades e conflitos humanos. Devemos sempre lembrar que Deus quer ao seu lado os melhores, e com certeza o nosso amigo já está ao lado do Senhor cumprindo uma nova missão.

Declarou BANKS em entrevista ao site "Nação Hip-Hop Brasil" (11/05/15), mensurando o movimento de retorno dos encontros na São Bento.

“Aqui na São Bento não existe vaidade !!! Existe Verdade !!! Aqui Não existe melhor ou pior porque todos somos Vencedores. Aqui não é um evento e sim uma celebração á nossa cultura. Aqui fazemos RODAS e não Cyphers. Aqui não tem Battle, aqui tem RACHA onde quem ganha, ganha e quem perde vai treinar mais. Nosso encontro não é Campeonato e não damos Premiações porque nosso maior prêmio é estarmos todos vivos e com saúde, declarou BANKS em entrevista ao site "Nação Hip-Hop Brasil",

Descanse em paz guerreiro....

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Manifesto - A Nação Hip Hop Em Luta Pelas Diretas Já!

- A palavra é nossa, nossa voz e direitos conquistados precisam ser garantidos e respeitados, nós somos a população brasileira, cuja maioria é pobre e periférica.
Juntos Somos Mais fortes, e assim seremos UMA SÓ NAÇÃO! Nossa palavra de ordem é DIRETAS JÁ! Não tem outra bandeira maior e mais importante nesse momento.


MANIFESTO FORA TEMER! 

A NAÇÃO HIP HOP EM LUTA PELAS DIRETAS JÁ!

A chegada do segundo semestre de 2017 nos lembra de que estamos caminhando para a metade final do ano, um período marcado por duras transformações no Brasil e na América Latina. Nossos vizinhos, progressistas, também não estão vivendo um bom momento. A virada desse semestre chega para nós com um gosto amargo. Há quase um ano, 31 de agosto de 2016, entramos para os anais da história do país, o Brasil deixou de ser um Estado plenamente democrático, ainda que com todas as críticas que tenhamos ao antigo modelo, e passou para o modelo de país aparentemente democrático, democracia aparente. Num sinal de absoluto desprezo pelo voto democrático da maioria brasileira, o Senado ratificou o “impedimento” de Dilma Rousseff, impedimento esse conduzido na Câmara por um personagem político que hoje se encontra subtraído de todos os direitos cidadãos, está encarcerado em Curitiba, acusado de desvio de dinheiro público e formação de quadrilha.

Ainda que tenhamos muitas críticas ao governo Dilma Rousseff, que namorou com banqueiros e com os latifundiários nacionais, fez concessões, escanteou algumas de suas principais propostas de campanha, e terminou sendo traída pela elite burguesa nacional nesse gesto de conciliação de classes, foi ela a presidente eleita da Maioria Minorizada brasileira. Não podemos esquecer-nos disso. Dilma e seu baixo traquejo político foram vítimas da intolerância das elites brancas parasitárias que desde a invasão (descobrimento) dominam o país, e que há séculos são responsáveis e/ou coniventes com o extermínio da população negra e indígena brasileira. Desde a derrubada da presidente legitimamente eleita, e com a urgência em desmantelar as poucas conquistas sociais dos anos Lula e Dilma, foi que essa elite nacional levou, e da sustentação, ao poder de Michel Temer, o legítimo representante dos interesses do capital internacional, branco e colonialista, em terras brasileiras.

Assim que, historicamente comprometido com as periferias e sua população, o movimento Hip Hop através da Nação Hip Hop Brasil grita a resistência e conclama toda a militância para as ruas. Juntos Somos Mais Fortes, e assim seremos UMA SÓ NAÇÃO! O momento não é para lamentos, ou dúvidas, mas para a resistência. A palavra é nossa, nossa voz e direitos conquistados precisam ser garantidos e respeitados, nós somos a população brasileira, cuja maioria é pobre e periférica. Nossa palavra de ordem é DIRETAS JÁ! Não tem outra bandeira maior e mais importante nesse momento.

NAÇÃO HIP HOP BRASIL - #NH2B

quarta-feira, 1 de março de 2017

Nação Hip Hop Brasil 12 Anos

Presidente Nacional da Nação Hip Hop Brasil, Fala sobre os 12 Anos da Entidade.

A partir da iniciativa de jovens atuantes no movimento Hip Hop, oriundos de varias partes do Brasil, surgia há 12 anos a Nação Hip Hop Brasil. Com a consciência de que era necessária maior participação nas decisões políticas do país, justamente por se tratar de um movimento profundamente enraizado nas periferias.
Nas palavras do presidente da entidade, Beto Teoria, “a Nação Hip Hop Brasil completa 12 Anos com uma passagem importante e significativa junto ao Movimento Hip Hop, pois trouxe para um conjunto de irmãos e irmãs adeptos e atuantes do Hip Hop um pensamento plural e ao mesmo tempo com unidade de ação no sentido de que o Hip Hop e deve atuar pra além dos seus 4 Elementos (Breaking, Graffiti, DJ, MC), todos nós podemos e devemos intervir nas coisas que nos acercam e fazer parte de nossa vida em sociedade, seja no campo social, cultural ou político”. A Nação Hip Hop está presente hoje em 14 Estados do país e mais o Distrito Federal.

No contexto plural do Hip Hop, você encontra a realidade através do ritmo e da poesia, nos traços do graffiti, na expressão corporal do breaking, e em todas as manifestações criadas a partir da influência desse movimento artístico, político e cultural”. Ainda debatendo o importante papel do Hip Hop junto ao povo da periferia, Beto Teoria diz que o movimento “sempre se colocou como um porta voz dos seus iguais, sobretudo junto ao povo da periferia, pois conhece e está presente neste dia a dia do povo preto e pobre, e conhecendo esta realidade pode cantar e denunciar sua mazelas, suas vivências, sua moda, seu dialeto, e é por esta representatividade e conhecimento popular que sempre esteve e está na dinâmica de participação cultural, social e política.

Na prática o Hip Hop sempre esteve ativo e atuante em todas as lutas nos últimos 30 anos no Brasil, e na atual conjuntura e situação crítica que aponta o rumo do retrocesso no Brasil certamente não será diferente, novamente o Hip Hop e nossa entidade, estará a campo para atuar e lutar no front a serviço do nosso povo”.


Vida a Longa a Nação Hip Hop Brasil, Juntos por Uma Só Nação!!.

Veja Também: 

Nação Hip Hop celebra 12 anos com Sarau e Jam Session em SP

domingo, 29 de janeiro de 2017

Nota de Apoio a CBSK – Skate Brasil Rumo a Tókio 2020

A Nação Hip Hop Brasil vem por meio desta nota se solidarizar junto a CBSK - Confederação Brasileira de Skate, por sua incansável luta, e repudiar a atitude do COB - Comitê Olímpico Brasileiro que recusou o pedido de filiação da CBSK junto ao COB.
Tal atitude não condiz com um comportamento ético e serio de uma entidade com a relevância e importância como a do Comitê Olímpico Brasileiro, pois a CBSK atua a mais de 17 anos no Brasil e foi responsável pelo fortalecimento do Skate no Brasil fazendo em especial que este esporte seja hoje após o futebol o esporte mais praticado nas periferias brasileiras.

Entregar a organização do Skate para a Confederação Brasileira de Hóquei e Patins, é no mínimo um desrespeito com os skatistas do Brasil.

A seriedade da CBSK junto a suas Federações Estaduais sempre foi comprometida com o esporte no Brasil, formou campeões como Sandro Dias (Mineirinho), Lucas Xaparral, Pedro Barros, entre outros, que hoje são referencia deste esporte no mundo inteiro, mais que isso, o trabalho da CBSK hoje a chega com base sólida a uma nova geração, e neste sentido e por isso, que busca sua participação na formação e preparação destes atletas e esportistas rumo as Olimpíadas de Tóquio 2020, que sem dúvida nenhum virá para consagrar não somente os nossos Skatistas Campeões, mas também todo trabalho sério e competente realizado pela CBSK neste 17 anos de atuação.

Esperamos que o COB – Comitê Olímpico Brasileiro repense sua ação e se sensibilize buscando tomar uma atitude mais assertiva em relação à condução dos trabalhos pró Skate rumo as Olimpíadas de 2020.

Estamos Juntos e Misturados Nesta Luta!!!

#somostodoscbsk

Nação Hip Hop Brasil
www.nacaohiphopbrasil.com.br

Participe da Campanha #SomosTodosCBSK e ajude a Confederação a participar do processo olímpico rumo a Tókio 2020.

Assine este abaixo-assinado


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

CD Nação Hip Hop 12 Anos

A Nação Hip Hop Brasil acaba de completar 12 Anos, e para celebrar este importante registro está promovendo um CD Coletânea em Edição Virtual, divulgando um Playlist Musical com vários artistas membros da entidade e de sua rede, são 16 faixas musicais com 16 artistas de 13 Estados da Federação.

Vale a Pena Conferir e conhecer um pouco da pluralidade geográfica e diversidade musical da nossa gloriosa Nação Hip Hop Brasil. Parabéns!! Vida Longa á Nação!!
Capa/Arte: Thiago Tiba
Playlist By: Beto Teoria


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

1º Sarau Flores do Beco - Nação Hip Hop Mulher MG



Na ultima sexta feira dia 18/11/2016, na cidade de Betim região metropolitana de Belo horizonte MG,aconteceu o 1º Sarau Flores do Beco realizado pelo Nação Hip Hop mulher MG, no espaço Cultural Meu Canto.A programação contou com Roda de conversa ,Exposições de Afro empreendedores Locais ,Workshop de maquiagem,Desfile de Beleza Afro, Pocket Show da Mc Stefanny e Samba de roda com Ana Felipe e Tuti.
A proposta do ação Hip Hop Mulher com a implantação do Coletivo Flores do Beco é dar Visibilidade as Mulheres do Movimento H2 na Região Metropolitana promovendo ações Culturais e Formativas .O sarau Acontecera mensalmente e também descentralizado visando levar mais Cultura pras Periferias. O Sarau contou com o apoio do Espaço meu Canto,Hermenetos a Banca.

Saiba mais - Nação Mulher Mina Gerais














Secretaria de Comunicação - Nação Hip Hop Brasil 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

25 DE NOVEMBRO: DIA INTERNACIONAL DA NÃO-VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER



No dia 25 de novembro de 1960, as irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, foram brutalmente assassinadas pelo ditador Rafael Leônidas Trujillo, da República Dominicana. As três combatiam fortemente aquela ditadura e pagaram com a própria vida. Seus corpos foram encontrados no fundo de um precipício, estrangulados, com os ossos quebrados. As mortes repercutiram, causando grande comoção no país. Pouco tempo depois, o ditador foi assassinado.
Em 1999, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas instituiu 25 de novembro como o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher, em homenagem às “Mariposas”. Ou seja, durante um dia no ano, incitam-se reflexões sobre a situação de violência em que vive considerável parte das mulheres em todo o mundo.
Mutilação genital é realizada em cerca de 3 milhões de meninas e mulheres por ano (Fundo das Nações Unidas para a Infância — UNICEF).
No Brasil, 43% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente; para 35%, a agressão é semanal (Centro de Atendimento à Mulher). Em média, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada em nosso país. (Fórum Brasileiro de Segurança Pública). Mais de 100 milhões de meninas poderão ser vítimas de casamentos forçados durante a próxima década (UNICEF).
Num ranking mundial que analisou a desigualdade de salários em 142 países, o Brasil ficou na posição 124 (Fórum Econômico Mundial). Vão se passar 80 anos para que elas ganhem o mesmo que eles. Igualdade de salários só em 2095 (Fórum Econômico Mundial).
Ronda Rousey, maior lutadora de UFC da história, ganha um terço do que um campeão masculino da mesma modalidade recebe. Merryl Streep, estrela hollywoodiana recordista de indicações ao Oscar, ganha menos da metade do que os colegas de profissão mais bem pagos.
As brasileiras ganham, em média, 76% da renda dos homens (IBGE). Apenas 5% de cargos de chefia e CEO de empresas são ocupados por mulheres (OIT).
Em todo o mundo, 52% das mulheres economicamente ativas já sofreram assédio sexual no ambiente de trabalho (OIT).
“Crimes de honra” são homicídios de mulheres, jovens ou adultas, a mando da própria família, por alguma suspeita ou caso de “transgressão sexual” ou comportamental, como adultério, recusa de submissão a casamentos forçados, relações sexuais ou gravidez fora do casamento — mesmo se a mulher tiver sido estuprada. O crime é praticado para não “manchar o nome da família”. 5 mil mulheres são mortas por crimes de honra no mundo por ano (ONU).
70% de todas as mulheres do planeta já sofreram ou sofrerão algum tipo de violência em, pelo menos, um momento de suas vidas — independente de nacionalidade, cultura, religião ou condição social (ONU).
A causa do dia 25 de novembro não é apenas a da mulher mutilada, nem da que ganha menos para exercer o mesmo cargo. Não é apenas a da mulher que sofre humilhação velada por se decretar livre em um país que se diz civilizado, nem a da negra, que muitas vezes suporta a dupla rejeição, tanto por seu sexo quanto por sua cor.
Essa causa é humanitária. É minha e sua, das crianças e idosos, dos ricos e pobres, dos brancos, pretos e coloridos. Não é preciso ser politicamente correto ou pertencer a algum partido.
Muito se discute acerca do nome “feminismo”, cogitando-se que sua ala extremista lhe tenha conferido feições degradantes. A própria atriz Maryl Streep, que denunciou seu salário absurdamente mais baixo, comparado ao dos colegas, chegou a afirmar que não é feminista, mas apenas “humanista e a favor do equilíbrio perfeito”. Mais tarde se justificou, falando ter sido a acepção da palavra modificada, mas que se identifica com seu sentido original.
Não é possível que um simples nome seja capaz de desmoronar uma causa tão grande. Que se autodenominem feministas, humanistas, humanitários, ou guerreiros. Eu sei, eu sei, “feminismo” é a luta pela igualdade e muito me orgulho de escrever tal nome na testa, mas, se algum irmão ou irmã preferir adotar outra nomenclatura e lutar pela mesma causa, estaremos lado a lado.
Mais do que nomear a causa, é hora de colocá-la em prática, de despertar a consciência e não aceitar que um tapa na cara seja — literal ou metaforicamente — motivado pela existência de um órgão genital. É hora de perguntar com honestidade: “Será que contribuo de alguma forma para essa barbárie?”, “O que posso fazer para combatê-la dentro de meu microcosmo?”
Não é preciso muito para lutar por um mundo melhor. Basta que haja um coração pulsante e sangue correndo nas veias.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Sobre o extermínio da juventude negra, geopolítica e comunicação


Acervo pessoal
Richard SantosRichard Santos
Por Richard Santos*

Neste texto, “Sobre Hip Hop, Globalização e Eleições” aponto contribuições intelectuais do historiador e cientista político Moniz Bandeira que em seus escritos, denuncia uma articulação internacional para a retomada do poder de grupos suscetíveis a ceder para projetos e demandas progressistas vindas das minorias, como exemplo, veja seu último livro “A desordem mundial”. Esses processos por que passamos e que é muito bem analisado pelo professor, é responsável direto pelo recrudescimento da política no Brasil e retrocesso dos direitos sociais conquistados, concluo no texto para a Nação.

Porém, também, é desse processo que passamos no momento atual que temos visto aumentar o encarceramento, assassinato e exclusão social das populações afrodescendentes nas Américas.

O pensador camaronês Achille Mbembe classifica como um devir-negro do mundo o processo que estamos vivendo, ou seja, mais pessoas estarão enquadradas naquele signo de exclusão e ressignificação opressora por que historicamente passam as populações “negras”, povos considerados inferiores estão sendo exterminados e demonizados pela mídia ocidental e seus seguidores na formação do imaginário da maioria populacional mundial sem acesso a formas diversificadas de informação, ficando restritos ao que é oferecido pela indústria hegemônica para o consumo diário.

Desde os grupos rebeldes opositores sírios, passando pelos povos do Magrebe em conflito estimulado pelo ocidente para o controle do Petróleo, caso do Sudão e da Líbia, chegando ao continente americano, nos EUA com o assassínio de jovens negros e hispanos, à guerra entre os cartéis de drogas mexicanos e, com isso a expulsão de grande número de grupos originários de suas terras tradicionais, à situação da Colombia e as populações afrodescendentes e indígenas vitimas da “Guerra às drogas”, chegando ao Brasil, país com o maior número de jovens negros mortos no mundo, superando até mesmo países com conflitos bélicos, existe um interesse geopolítico que permite um maior ou menor número de barbaridades cometidas contra esses grupos de Maiorias Minorizadas, interesse esse mediado pela potência unipolar que é o EUA e sua indústria cultural que constrói e/ou destrói subsistemas dependentes e associados aos seus interesses.

E por que é importante associar este processo político do sistema mundo atual com o bem viver das populações negras e indígenas no Brasil de hoje? Simples, ou quase simples, é esse sistema que permite e secunda nossas vulnerabilidades sociais: é esse sistema atrelado aos interesses hegemônicos que manipula o sistema político nacional, permite o golpe e secunda a atuação das forças do Estado no aniquilamento da população negra, no não oferecimento de um sistema educacional que atenda à todos, veja o projeto da PEC 55, ou que ignora a situação das mulheres negras quando buscam acesso aos serviços públicos de saúde.

Por fim, esse sistema político, supostamente invisível, é que articula a construção do imaginário popular através de seus sistemas comunicacionais, e objetifíca o ser humano negro em suas demandas diárias. O sistema de comunicação que hoje usufruímos e que nos faz vitima, é o que contribui para a naturalização dos corpos negros espancados e pendurados nos postes do Brasil, quiçá das Américas, e nos faz vitimas e algozes de nós mesmos.

sábado, 19 de novembro de 2016

A invisibilidade da mulher negra na Historia do Brasil

A invisibilidade da mulher negra na historia do Brasil se deu a partir da combinação da opressão de gênero e de raça. Se o mito da democracia racial foi perverso para o conjunto da população negra, aparentando - a da sua historia e do seu protagonismo, em relação às mulheres negras esse drama foi ainda pior.
A mulher negra foi transformada em símbolo da escravidão e socialmente desvalorizada, e a sua representação construída é de passividade e subserviência. Nessa lógica, o racismo foi bastante eficiente, pois além de ocultar a historia de luta e organização dos negros e negras, tenta esconder o quadro de desigualdades e diferenças existentes no país.
A sociedade escravocrata e machista, numa pretensa proteção à mulher branca, sob o estereótipo de “sexo Frágil”, colocava-a numa “redoma de vidro”, onde seu papel social se resumia a cumprir suas obrigações matrimoniais, reprodução e acompanhamento aos cuidados da casa. Enquanto as mulheres negras eram colocadas em pé de igualdade no trabalho escravo com os homens, sendo castigadas da mesma forma que os homens negros e , ainda, na maioria das vezes sendo obrigadas a ter relações sexuais com os homens brancos.
A opressão machista e racista sob o comando de seu mecanismo mais eficaz, o mito da democracia racial, conseguiu durante muito tempo invisibilizar a mulher negra, inclusive no seu protagonismo na luta de classe travada no Brasil durante o período colonial e imperial.
O mito da democracia racial tem um poder ideológico tão forte que ainda hoje perpassa todos os espaços da sociedade, inclusive as organizações sociais e políticas, assim como o próprio movimento negro.
O protagonismo da mulher negra nas lutas não nasce nas décadas de 70 e 80 com o surgimento do “feminismo negro” no Brasil , muito menos com os movimentos recentes, a exemplo da jornada de Junho de 2013 em que as periferias, em aos espontâneos, em suas grande maioria sob direção de mulheres, foram ás ruas contra os assassinos de jovens negros pela policia e por direitos mínimos. A luta protagonizada por mulheres negras nasceu desde que o primeiro navio negreiro aportou em terras brasileiras trazendo africanos sequestrados e escravizados, muito embora a historiografia oficial tenha silenciado sobre a presença e atuação de negras nas lutas e resistências à escravidão. Neste sentido, busca-se recuperar o protagonismo dessas mulheres, sejam como sacerdotisas, guerreiras, comandantes de exércitos, quilombolas ou comunidades de terreiro. As diversas experiências matriarcais que o sistema opressor insiste em ocultar até hoje, a exemplo da resistência nas favelas.

As heroínas Negras.
Aqualtune
Era uma princesa africana, filha do importante Rei do Congo. Numa guerra entre reinos africanos, foi derrotada, juntamente com seu exército de 10 mil guerreiros e transformada em escrava. Foi levada para um navio negreiro e vendida ao Brasil, vindo para o Porto de Recife. Comprada como escrava reprodutora foi levada para região de Porto Calvo, no sul de Pernambuco. Lá conheceu as histórias de resistência dos negros na escravidão, conhecendo então a trajetória de Palmares, um dos principais Quilombos negros durante o período escravocrata. Aqualtune, nos últimos meses de gravidez ,organizou uma fuga junto com outros escravos para o quilombo, onde teve sua ascendência reconhecida, recebendo, então, o governo de um dos territórios quilombolas, onde as tradições africanas eram mantidas. Aqualtune era da família de Ganga Zumba, e uma de suas filhas teria gerado Zumbi. Em uma das guerras comandadas pelos paulistas para a destruição de Palmares, a aldeia de Aqualtune, que já estava idosa, foi queimada. Não se sabe ao certo a data de sua morte. Rainha Nzinga A Rainha Nzinga nasceu em 1582 e morreu em 17 de dezembro de 1663. Filha do Rei do estado de Ndongo, o Ngola Quiluanji, ela é uma das principais heroínas do povo mbundo da atual República de Angola, ficou conhecida por liderar a resistência contra a invasão portuguesa em seu território, bem como sua altivez e insubordinação ao poder masculino. Os relatos históricos registram seu nome em diferentes formas: Jinga, Njinga, Ginga ou mesmo Ana de Sousa (nome que recebeu após seu batismo, reconhecido como ação estratégica utilizada no enfrentamento ao conflito contra os portugueses). Nzinga foi, além de grande e feroz guerreira e comandante, uma grande negociadora – por isso alguns autores identificam nesta qualidade da rainha a origem do termo ginga (a forma portuguesa de seu nome) significando flexibilidade, capacidade de negociação e adaptação, jogo de cintura.

A NAÇÃO HIP HOP INAUGURA A PRIMEIRA CASA COLETIVA NO RIO



Para quem ainda não conhece, a Nação Hip Hop é uma organização política que se propõe a dialogar com a periferia através do Hip Hop, com debates e eventos, a fim também de manter viva a cultura do Hip Hop. 

Junto a isto estamos construindo uma Casa Coletiva da Nação na Cidade de Deus.

Essa inauguração é para apresentar com mais clareza, o que vai ser esta casa coletiva e como ela serve para a comunidade e a rede cultural.


*** Programação ***

10h Graffiti - Pra dar aquela nossa cara pra Casa

12h Bate papo sobre Hip Hop e vida coletiva
15h Pagode com GP Boa Vibração com participação de Yasmin Alves

E vai até o baile começar na CDD


Endereço: Travessa Quetura n.: 10 Cidade de Deus

- Como chegar?
- Mas de onde vc vem ?
Do Centro do Rio :
- Na Candelária tem 2 onibus - 368 e 348 - Um vai pela Serra de Jacarépagua e o outro pela Linha Amarela.
Descer na estação do BRT : Recanto das Palmeiras

De BRT
- Estação Recanto das Palmeiras

********Ponto de referência : Ponte Grande********

Pra você que vem de carro:
Link do mapa: https://goo.gl/maps/oT5w4gA4d722

Informações clique aqui ou whatsapp ou telegram: 22 - 99702-7399

Encontro Nacional de Dança de Lafaiete


O Encontro Nacional de Dança de Lafaiete é um evento realizado pela Companhia de Dança Xadrez Dance com intuito de divulgar as Danças Urbanas na cidade de Conselheiro Lafaiete MG. O evento conta com competições coreográficas de grupos, trios, duos e solos, batalhas e cursos do gênero.
 A sétima edição do evento irá contar com manifestacoes artisticas dos 4 Elementos da cultura Hip Hop promovendo intercambio cultural entre eles e o fomento de novos praticantes da cultura, o encontro de dança reúne dançarinos conceituados de várias partes do estado e de fora também, com participação de grupos da Nação Hip Hop Brasil MG de BH, Betim e Congonhas, a idéia é consolidar a prática de eventos deste porte na região central do estado, que venha para multiplicar o nascimento e a formação de novos grupos e adeptos à cultura Hip Hop.

São grandes as expectativas para a sétima edição e já estamos preparando a oitava, com uma abrangência muito maior do festival como deve ser, conta Natacha uma das organizadoras do encontro.

   O Encontro Nacional de Dança de Lafaiete, acontece no dia 04 de Dezembro de 2016, nas dependências do Colégio Potência bem próximo a rodoviária da cidade começa às 12:00 Horas com entrada franca para o público, os dançarinos, dançarinas, B.Grils e B.Boys que estiverem interessados em aperfeiçoar suas práticas terá Workshops pagos de Hip Hop Dance e House.

   O evento conta com apoio do Nação Hip Hop Brasil C.L, Casa do Hip Hop Taquaril e atistas do Hip Hop.

Maiores informações: clica aqui  ou (31)99788-0523 Natacha

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Semana de Hip Hop de Belo Horizonte 2016 - A força do Hip Hop Mineiro





O Nação Hip Hop Brasil MG organizou em parceria com a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte juntamente com a temporada FAN a Semana do Hip Hop de BH, que teve duração do dia 09 à 14 de Novembro de 2016.




O evento aconteceu em 9 espaços culturais públicos e 2 privados dentre as atividades, oficinas de Rap, apresentacoes artísticas,  Workshops de Rap e Danças urbanas, Hip Hop para as crianças, palestra, exposições de Graffiti e fotos, live paint de graffiti, sarau de poesia, Fórum do Nação Mulher e o Fórum do Hip Hop, fizeram parte das atrações dos dias da semana.



Mais de 410 pessoas do Hip Hop envolvidas no evento artisticamente, a semana do Hip Hop envolveu uma circulação de mais de 1.500 pessoas nos espaços, teve a participação dos núcleos do Nação Hip Hop Brasil Betim e Congonhas MG e contou com o apoio dos canais de divulgação Rede Minas de Televisão, Rádio UFMG Educativa, sites e páginas em redes sociais, durante a semana do Hip Hop de BH foi instituído o Fórum Permanente de Hip Hop de BH e Metropolitana, que será uma canal direto com o governo encaminhando as demandas e necessidades da cultura Hip Hop   Belorizontina e região metropolitana.



segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Semana de Hip Hop de Belo Horizonte

A Nação Hip Hop Brasil - Mg orgulhosamente apresenta Semana Hip Hop de BH do ano 2016.

"" NEGRITUDE EM FOCO""




A Nação Hip Hop Brasil MG promove, em parceria com a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte,Temporada FAN – Negritude em Foco, a Semana do Hip-Hop de BH, entre os dias 09 e 14 de novembro, e conta com uma programação extensa . O evento celebra o Dia Municipal do Hip Hop, 12 de Novembro, data em que se comemora também o Dia Nacional do Hip Hop.
As atividades serão em vários espaços públicos e particulares e contarão com a participação de mais de 400 atores culturais do Hip -Hop. Esta ação colaborativa conta com diversas atividades gratuitas, tais como workshop, oficinas, apresentações artísticas, batalhas de Mcs, Cypher de Breaking, Exposições de Graffitti, Rodas de Conversa, Feira de Produtos e Palestras Educativas. As atividades da semana do Hip Hop também têm como objetivo a mobilização para a criação do Fórum Permanente do Hip Hop e a realização do Fórum do Nação Hip Hop Mulher.
A semana do Hip Hop de BH conta com o apoio da Meraki Produtora, Trem Loko Produções, Cidade Hip Hop, Basquiat Graffiti, Centro Cultural São Geraldo, Centro Cultural Alto Vera Cruz, Centro Cultural Santa Rita, Casa do Hip Hop Taquaril, Uai Sound System, Grupo Cultural Processo Hip Hop, Associação Cultural Clube dos Djs de MG e Vira Filmes e dezenas de grupos e artistas que colaboração com esta programação.

Pagina do evento no Facebook - https://www.facebook.com/events/1791582684456124/

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Encontro da Nação Hip Hop DF #UMASÓNAÇÃO

Dia 22 de Outubro de 2016 foi realizado o Encontro da Nação Hip Hop DF na Praça do Museu Nacional na Esplanada dos Ministérios em parceria com a 3ª Vigília cultural pela Democracia.
A NH2DF foi fundada em 2005 e esse foi seu o primeiro encontro, com o intuito de refundação a atividade apresentou o manifesto da Nação Hip Hop DF e promoveu debates, sobre;
- Machismo Dentro do Hip Hop; Vera Veronika e Olgamir Amancia
- Conjuntura Política e a Radicalização dos Movimentos Sociais; Alan Bueno
- Educação e Hip Hop; Betinho Zulu e Matheus Diniz
- Violência Policial e Sistema Carcerário; Mano Paulo e Santa Alves

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Minas Gerais Inaugura Casa do Hip Hop Taquaril

No dia 08 de Outubro de 2016, foi inaugurado na cidade de Belo Horizonte MG a Casa do Hip Hop Taquaril. A primeira casa do Hip Hop no estado, teve uma grande festa na comunidade do Taquaril zona leste da capital mineira.

O evento foi realizado pelo Nação Hip Hop Brasil BH juntamente com a equipe da CH2T e do Aliança Cultural Taquaril, a programação contou com atividades diversas, com Roda de capoeira do grupo Abolição o mais antigo da quebrada, teatro da nossa irmã, Casa do Beco da comunidade Barragem Santa Lúcia com o espetáculo Micro Mundo, Negro F, Surto, Ella, Lelo, Storm, Binho Barreto, Denis Leroy, Lucas Alfa, Oz, Pedro Lúcio, Igor e John, em um mutirão de Graffitt coloriram a Casa, tivemos a participação do Betinho do Nação Hip Hop Brasil - SP e da Nayani da rede de Mulheres Nandi de SP na roda de conversa do Nação Hip Hop Mulher, com uma participação massiva de Mulheres de algumas cidades do estado tais como: Nova Lima, BH, Barão de Cocais e Betim.

A Cypher teve a participação de DJ Lau com vários B.boys e B.Grils de BH, Ibirité e Conselheiro Lafaiete na pessoa de Just Max coordenador do Nação em sua cidade, a tarde terminou com um super Work shop de House ministrado pela Sheilinha dançarina e arte educadora.
A noite caiu com os Pockets Shows de Cleytão, Ice Band, Bob Nei e HP Ogg, Setor R.A.P, Rapper Blitz e Vozes da Periferia de BH. Nagô, Made in Favela, Mcs Ddrão, Taí e Karter da cidade de Betim MG, na sequência se finalizou o evento com a tradicional Batalha do Conhecimento Rima na Rua com 2 Mcs campeões, algo inédito na história do Rima na Rua.

A Casa do Hip Hop Taquaril promoveu uma grande ação em rede, envolvendo vários parceiros como o Centro Cultural Alto Vera Cruz da Prefeitura de BH, o Programa Fica Vivo do Governo do Estado de MG, a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, O Centro cultural Arrebeldia do nosso parceiro Flávio Renegado, Casa do Beco, a ONG Oficina de Imagens e a PMMG, "Criar um espaço como esse é se tornar independente para protagonizar a partir do Hip Hop, a importância da Casa do Hip Hop Taquaril  como uma pílula em Minas Gerais significa muito para angariar recursos públicos ou privados que será  fundamental para emplementarmos políticas públicas para o Hip Hop Mineiro, quanto ao impacto cultural para a comunidade é visível para tod@s, sem palavras... a festa foi de puro conhecimento, cultura Hip Hop, Lazer e diversão, foi lindo" Conta Rapper Blitz um dos Coordenadores do NH2B-MG e CH2T.
Mais de 44 artistas envolvidos, 04 cidades de MG, 01 cidade de SP, circularam durante todo o dia aproximadamente 2.000 pessoas da comunidade e de vários bairros da cidade.

No Domingo a Equipe da CH2T e NH2B-MG participou de uma formação com o Betinho NH2B- SP no qual foram citados pontos importantíssimos sobre rede, sustentabilidade e Hip Hop.
A programação da Casa do Hip Hop no mês de Outubro segue com as seguintes atividades:

Terças e Quintas - Feiras
**Escola de Rap - Das 17:00 às 19:30 Horas.
**Aula de Capoeira (Grupo Abolição) das 20:00 às 22:00 Horas - Lanche por conta da casa.

Segundas e Quartas - Feiras
**Escola de Breaking das 19:30 às 21:00 Horas.
AGENDA DE OUTUBRO
*21/10 - Rima na Rua Batalha do conhecimento - 20:00 às 23:00 Horas.
*22/10 - Oficina de cinema independente - 09:00 às 15:00 Horas - Café e almoço por conta da casa.
*27/10 - Cine Clube Sabotage - 19:00 Horas - Filme: Ostentação - Pipoca por conta da casa
*Toda a programação gratuita.
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Casa do Hip Hop Taquaril MG - "Sonhos realizando sonhos, A Casa é sua."