segunda-feira, 8 de novembro de 2021
LIVE Debate e workshop no Circuito Hip Hop em Belo Horizonte ✊🏿
terça-feira, 14 de setembro de 2021
Audência : O Hip Hop como Patrimônio em Minas Gerais
Artistas, Coletivos, Organizações e Agremiações de diversas parte do Estado vão sentar a mesa do legislativo mineiro para debater a importância da nossa cultura e do seu reconhecimento.
Serviço: Dia: 15/09
Horário: 16:00
Onde: @assembleiademinas
Solicitação: Comissão de Cultura Requerimento da deputada @andreiadejesuus.
terça-feira, 7 de setembro de 2021
Somos filhos da Pátria
Somos Nação HipHop Brasil, como muito orgulho
Somos filhos da Pátria
Somos filhos das mães negras libertárias
Somos filhos das Dandaras
Criados por Carolinas, Marielles, Evaristos, Benguelas
Somos frutos da semente Periferia Favela
Somos terra indígena e quilombo povo
Somos cores e valores oriundos do morro
Somos a cultura de paz para combater o facismo e a guerra
Somos aqueles estudantes contra os tanques
Trazemos rimas contra ignorantes
Poetizamos nas praça, coloridos becos e ruas
Nossa dança é resistência, nosso grito é a voz
Somos ocupação, somos contra a ditadura
Somos literatura, nós por nós
Somos HipHop politizado, sim
Somos povo, somos proletariado, até o fim
O verde e amarela da bandeira, eles não vão manchar
Somos vermelho no sangue e na luta, por acreditar
Pelos que vivem da ponte pra cá
Somos democracia, pelo prato com carne, arroz e feijão
Somos todes, uma só Nação!
Liberdade ainda que tardia, irmã e irmão ✊🏿
sexta-feira, 4 de junho de 2021
Web Diálogos Nação Hip Hop SP
Web Diálogos Nação Hip Hop SP faz parte das celebrações e comemorações de 16 anos a Nação Hip Hop Brasil e foi contemplada pela lei Aldir Blanc, baseado no Manifesto o Grito da Periferia lançado no 5º Encontro Nacional da Nação Hip Hop Brasil em 2018, trouxemos os temas Hip Hop e Ação Social e Cultura Urbana e Cidadania.
E nesse 1º Web Diálogos convidamos B.Girl CRIS (Pedagogia Hip Hop/Fed. Paulista de Breaking) e Markão II (DMN/Realidade Cruel) para falarem um pouco sobre suas vivências e trajetórias no Hip Hop e Ações sociais e o quando elas impactam em nossa sociedade.
sexta-feira, 28 de maio de 2021
Esperança em forma de graffiti - Central Estadual de Frio de Minas Gerais recebe graffiti de artistas mineiros
Cerca de 20 artistas participarão do projeto e terão autonomia para criar 10 painéis, a partir de uma temática única. “Fizemos um levantamento de temas e chegamos a um consenso: estamos precisando de Esperança, então esse será o ponto de partida de todo o trabalho”, destaca Fred Negro F., responsável pela curadoria artística.
quinta-feira, 27 de maio de 2021
Web Diálogos Nação Hip Hop Brasil São Paulo
Web Diálogos Nação Hip Hop SP faz parte das celebrações e comemorações de 16 anos a Nação Hip Hop Brasil e foi contemplada pela lei Aldir Blanc, baseado no Manifesto o Grito da Periferia lançado no 5º Encontro Nacional da Nação Hip Hop Brasil em 2018, trouxemos os temas Hip Hop e Ação Social e Cultura Urbana e Cidadania.
PARTICIPEM!
Dia 28 de Maio (Sexta)
TEMA - HIP HOP E AÇÃO SOCIAL
Ao vivo a partir das 20hs no Facebook da Nação Hip Hop SP
CONVIDADOS:
B.Girl CRIS (Pedagogia Hip Hop/Fed. Paulista de Breaking)
Doutoranda em Humanidades (USP), Autora do Livro Pedagogia Hip Hop, Dançarina e Diretora da Federação Paulista de Breaking, Pesquisadora, Produtora, Arte-Educadora.
Markão II (DMN/Realidade Cruel)
Rapper, compositor e produtor musical. Iniciou sua carreira no ano de 1992, com o grupo FNR. Em 1998, passou a integrar o grupo DMN. Paralelo a atuação com o DMN, em 2020, torna-se integrante do grupo Realidade Cruel. Com 29 anos de trajetória, gerou composições de grande expressão, contribuindo com o fortalecimento e divulgação do rap, no Brasil.
Dia 31 de Maio (Segunda)
TEMA - CULTURA URBANA E CIDADANIA
Ao vivo a partir das 20hs no Facebook da Nação Hip Hop SP
CONVIDADOSVocalista na Banda Filosofia Reggae (á 17 anos) Começou como Backing Vocal, foi baterista, até assumir ao lado de suas irmãs os vocais da Banda Filosofia Reggae. Mulher Negra, Pluz Size, Mãe de Dois Filhos, Espírita, e que vive intensamente a luta pelo seu espaço na música.
Rapper, Poeta, Compositor, Escritor, Mestrado e Doutorado em Geografia (Unicamp), Atua no hip hop desde 1997, Arte Educador do EJA, CRAS, CREAS e Fundação CASA, Produtor Criador do Sarau Parada Poética, Em 2019 Eleito Melhor Artista HIP-HOP com Prêmio Profissionais da Música (PPM).
Dentre sua obras musicais 8 discos, dezenas de vídeo clipes, e parcerias com artistas como; Emicida, Ellen Oléria, Dexter, Tulipa Ruiz, Natiruts, KL Jay (Racionais), Arnaldo Antunes, Zeca Baleiro, Rael, O Teatro Mágico, Mato Seco e Rashid.
Dentre suas obras literárias os livros; Poucas Palavras (2011) e Poesia Pra Encher a Laje (2016).
quarta-feira, 19 de maio de 2021
Nação Hip Hop Brasil na 12ª Bienal da UNE - Festival dos Estudantes - Brasil um povo que resiste
Tema: Empreendedorismo de Periferia: Criatividade da Economia e Casas do Hip Hop e políticas públicas para as periferias.
Dia 20 de Maio (quinta-feira) de maio de forma virtual.
Horário: 9h às 12h
Link para inscrição: https://bienaldaune.org.br/inscricao
Link do YouTube da Bienal: https://www.youtube.com/channel/UCI9UhLCYUB8v82jdVvJMnuA
Palestrantes - Marcelo Rocha (DJ Bola - A Banca), Luiz Fernando (Black-A), Negra Jaque, José Eduardo Araújo Borges (Alemão), Beto Teoria (Mediador)
Beto Teoria - Rapper, Produtor Cultural, Membro Fundador da Nação Hip Hop Brasil, Um dos Fundadores da Casa do Hip Hop e Juventude de Ribeirão Pires, Graduado em Gestão Pública, Assessor da Deputada Leci Brandão.
Mini bio: Marcelo Rocha, o DJ Bola ABanca - é pai de 3 filhos, Dj da banda Abôrigens, fundou A Banca em 1999 como um movimento juvenil e em 2008 A Banca virou um Negócio de Impacto da Periferia. Foi homenageado pelo prêmio TRIP TRANSFORMADORES em 2014. Realizou o 1º Fórum de Negócios de Impacto da Periferia no Jardim Ângela zona sul de São Paulo em maio de 2017, Co-criou a ANIP - Articuladora de Negócios de Impacto da Periferia em parceria com a FGVcenn e a Artemisia é conselheiro do Instituto Coca Cola Brasil e Fellow da Social Good Brasil e Fellow da Ashoka.
Luiz Fernando Conhecido por Black-A presidente da Casa do Hip Hop Pruzôto.
Negra Jaque - Rapper,compositora, apresentadora, produtora cultural e mestranda em Arte e Educação na UFRGS.Desde 2007 na estrada, quando integrou o grupo “Pesadelo do Sistema”, a rapper vem se destacando no segmento do hip hop. Em 2013, quando iniciou carreira solo, foi a primeira mulher vencedora da “Batalha do Mercado”, evento tradicional da região metropolitana de POA e, por causa desse prêmio, gravou seu primeiro EP “SOU”. De lá pra cá, participou de festivais, como o “Nosoutras”, lançou discos, recebeu prêmios e importantes indicações, como a de melhor compositora no “Prêmio Açorianos”. Fez o show de abertura do projeto “UNIMUSICA” da UFRGS, participou do show de Elza Soares no Bar Opinião, circulou por várias cidades do RS, além de RJ e SP. Hoje a artista prepara seu quarto projeto musical, denominado "Qu4rto" que esta em fase de gravação, é uma das produtoras do Bloco das Pretas e Coordenadora do Galpão Cultural- primeira casa de Hip Hop de Porto Alegre.
José Eduardo Araujo Borges - Coordenador estadual da Nação Hip Hop Brasil - desde 2014, Formação em técnico em Artes Plásticas 2005- CEFET-PI, Grafiteiro-Educador do Projeto Social Periferia Mais – Bairro Água Mineral –Teresina-PI 2015-2017 e oficineiro na Assoc. São vicente paloti atualmente desde 2017, Graduando de Artes Visuais 2014-2018 –(cursando) UFPI, Educador Social da SASC – Centro Internação Provisório de menores Infratores desde 2013-2016, Assessor Especial na Coordenadoria Estadual de Juventude – COJUV-PI – desde 2015, Grafiteiro da VDC crew, já participou de várias bienais da Une, Dirigente do DCE UFPI 2009-2012
sexta-feira, 14 de maio de 2021
12ª Bienal da UNE - Festival dos Estudantes - Brasil: Um povo que resiste
quinta-feira, 13 de maio de 2021
Encontro Virtual Nacional de Militantes e Artivistas da Nação Hip Hop Brasil
sexta-feira, 30 de abril de 2021
"Todo nosso apoio as Griôts do Hip Hop"
A Entidade Nação Hip Hop Brasil vem por meio desta nota registrar seu apoio ao Rapper e Griôt da Cultura Hip Hop, Genivaldo de Oliveira Gonçalves - G.O.G, que de forma pública e legítima expressou sua opinião contrária ao que foi dito pelo Sr. Gustavo Rapper "Hungria Hip Hop" também em contexto público e ainda em rede nacional de TV.
segunda-feira, 26 de abril de 2021
HIP HOP SERRA: RESISTÊNCIA CULTURAL NA CIDADE IMPERIAL
Salve, galera!!!
Se liga que vem uma novidade pesada por aí!!!🔥🔥🔥
O documentário HIP HOP SERRA: RESISTÊNCIA CULTURAL NA CIDADE IMPERIAL é um filme que conta a trajetória do movimento Hip Hop em Petrópolis, principalmente após a fundação da Nação Hip Hop Petrópolis. O filme é dirigido por Beatriz Ohana e tem fotografia e montagem de Gregori Bastos. 🎬
As entrevistas que contam a história do movimento têm a participação de diversos nomes importantes na cena Hip Hop no Brasil e em Petrópolis e tem a trilha sonora original toda criada por artistas da cidade. 🎥
O lançamento acontecerá em uma live exclusiva dia 29/04 às 19h no nosso site (link na bio), só para quem fizer a pré-inscrição, e contará com a participação dos envolvidos no filme em uma encontro virtual antes e depois da exibição!!! 🔥
Corre lá que a gente te espera pra essa noite especial!!!❤️
Inf.:
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https://www.instagram.com/p/CN6RWkUnuCG/?igshid=150znbggmggy9
quinta-feira, 12 de novembro de 2020
Hoje, dia 12 de Novembro, é celebrado o 'Dia Mundial do Hip Hop".
quinta-feira, 8 de outubro de 2020
PACTO pelo HIP HOP e pelas PERIFERIAS 2020
Nós da Nação Hip Hop Brasil há 15 anos, organizamos e propomos políticas públicas em prol do Hip Hop em todo território brasileiro. E com este momento eleitoral não seria diferente.
Temos nos últimos anos, organizado uma diretriz com algumas pautas temáticas e pilares de trabalho que visa a atender de forma efetiva as necessidades e anseios de nosso movimento, junto a sua atuação social, cultural e política. Em 2018 apresentamos a toda sociedade, através do nosso tradicional Encontro Nacional, o nosso Manifesto “O Grito da Periferia”.
Neste documento apresentamos nossa linha de pensamento e atuação, e queremos destinar o mesmo e suas diretrizes de conteúdo, para que seja um documento norteador de termo de compromisso entre os participantes do pleito eleitoral de 2020, e que sirva como instrumento de orientação para que as Gestões Públicas Municipais e seus futuros gestores possam firmar um processo de chancela e outorga.
A câmara municipal de vereadores e o chefe do executivo municipal precisam ser garantidores e mediadores deste processo e sua efetiva ação.Tendo aqui apresentado nosso Manifesto e Proposta do Pacto com o Hip Hop e as Periferias, convidados os candidatos e candidatas do Pleito Eleitoral 2020 a fazer a assinatura e termo de compromisso do mesmo.
Este documento foi elaborado e aprovado pela executiva da Rede Nacional da Nação Hip Hop Brasil com atuação em 14 Estados da Federação e DF.
clique AQUI e baixe
terça-feira, 11 de agosto de 2020
São 4.7 anos de vida, salve Hip Hop
Depois de 11 de agosto de 1973, os guetos do mundo nunca mais foram os mesmos...
Cultura de rua celebra os 47 anos da primeira festa de Hip Hop da história..
Em 11 de agosto de 1973, DJ Kool Herc fez uma festa de aniversário para a sua irmã Cindy Campbell na Avenida Sedgwick, 1520, no bairro do Bronx, em Nova York. O termo Hip Hop ainda não era usado para nomear a união dos 4 elementos (Breaking, Rap, Graffiti e DJ), mas pelo menos três deles estavam presentes e sendo praticados nesse dia. Até pode-se dizer que os 4 foram praticados, eu duvido que não tinha um ou mais “writers” fazendo tags e desenhos nas paredes, mesmo que com canetões. Herc estava comandando os toca-discos, enquanto B.boys e B.girls dançavam e os MCs animavam e improvisavam em cima dos “breaks” das músicas. Reza a lenda que até quem não é de dançar, dançou.
Hoje, este endereço é ponto turístico da cidade de Nova York e considerado o local de nascimento da Cultura Hip Hop. O termo que usamos hoje para designar a união e celebração dos 4 elementos passou a ser usado oficialmente a partir de 12 de novembro de 1974, no aniversário de 1 ano da Universal Zulu Nation. Afrika Bambaataa foi quem bateu o martelo. Mas isso não tira de Herc o título de “Pai do Hip Hop”, reconhecido como tal pela própria Zulu Nation, está no site oficial da organização.
A tal festa gera controvérsias até hoje, uma delas é a quantidade de pessoas que dizem ter participado, é tanta gente que se todos estivessem falando a verdade, nem caberia no local. É algo parecido com o que acontece aqui no Brasil: o tal “eu tava lá”.
Seja hoje ou em novembro, a Cultura Hip Hop deve ser sempre celebrada e os seus princípios de Paz, Amor, União e Diversão levados adiante, para que as próximas gerações conheçam o seus valores e mantenham a sua essência.
Muitos insistem em dizer – “o Hip Hop morreu”ou “o Hip Hop perdeu a essência” – quem resume o Hip Hop a um estilo musical pode até ter seus motivos para tal pensamento. Mas quem entende o Hip Hop como Cultura e estilo de vida sabe bem que ele está muito vivo e presente em todos os lugares do mundo, espalhando-se e sofrendo influências das culturas de diferentes regiões. B.boys, B.bgirls, MCs, Writers e DJs sabem muito bem que as suas manifestações artísticas vão muito além da música!
Parabéns, Hip Hop! Obrigado, DJ Kool Herc e Cindy Campbell!
Fonte: https://www.bocadaforte.com.br/…/depois-de-11-de-agosto-de-…









































