quarta-feira, 1 de março de 2017

Nação Hip Hop Brasil 12 Anos

Presidente Nacional da Nação Hip Hop Brasil, Fala sobre os 12 Anos da Entidade.

A partir da iniciativa de jovens atuantes no movimento Hip Hop, oriundos de varias partes do Brasil, surgia há 12 anos a Nação Hip Hop Brasil. Com a consciência de que era necessária maior participação nas decisões políticas do país, justamente por se tratar de um movimento profundamente enraizado nas periferias.
Nas palavras do presidente da entidade, Beto Teoria, “a Nação Hip Hop Brasil completa 12 Anos com uma passagem importante e significativa junto ao Movimento Hip Hop, pois trouxe para um conjunto de irmãos e irmãs adeptos e atuantes do Hip Hop um pensamento plural e ao mesmo tempo com unidade de ação no sentido de que o Hip Hop e deve atuar pra além dos seus 4 Elementos (Breaking, Graffiti, DJ, MC), todos nós podemos e devemos intervir nas coisas que nos acercam e fazer parte de nossa vida em sociedade, seja no campo social, cultural ou político”. A Nação Hip Hop está presente hoje em 14 Estados do país e mais o Distrito Federal.

No contexto plural do Hip Hop, você encontra a realidade através do ritmo e da poesia, nos traços do graffiti, na expressão corporal do breaking, e em todas as manifestações criadas a partir da influência desse movimento artístico, político e cultural”. Ainda debatendo o importante papel do Hip Hop junto ao povo da periferia, Beto Teoria diz que o movimento “sempre se colocou como um porta voz dos seus iguais, sobretudo junto ao povo da periferia, pois conhece e está presente neste dia a dia do povo preto e pobre, e conhecendo esta realidade pode cantar e denunciar sua mazelas, suas vivências, sua moda, seu dialeto, e é por esta representatividade e conhecimento popular que sempre esteve e está na dinâmica de participação cultural, social e política.

Na prática o Hip Hop sempre esteve ativo e atuante em todas as lutas nos últimos 30 anos no Brasil, e na atual conjuntura e situação crítica que aponta o rumo do retrocesso no Brasil certamente não será diferente, novamente o Hip Hop e nossa entidade, estará a campo para atuar e lutar no front a serviço do nosso povo”.


Vida a Longa a Nação Hip Hop Brasil, Juntos por Uma Só Nação!!.

Veja Também: 

Nação Hip Hop celebra 12 anos com Sarau e Jam Session em SP

domingo, 29 de janeiro de 2017

Nota de Apoio a CBSK – Skate Brasil Rumo a Tókio 2020

A Nação Hip Hop Brasil vem por meio desta nota se solidarizar junto a CBSK - Confederação Brasileira de Skate, por sua incansável luta, e repudiar a atitude do COB - Comitê Olímpico Brasileiro que recusou o pedido de filiação da CBSK junto ao COB.
Tal atitude não condiz com um comportamento ético e serio de uma entidade com a relevância e importância como a do Comitê Olímpico Brasileiro, pois a CBSK atua a mais de 17 anos no Brasil e foi responsável pelo fortalecimento do Skate no Brasil fazendo em especial que este esporte seja hoje após o futebol o esporte mais praticado nas periferias brasileiras.

Entregar a organização do Skate para a Confederação Brasileira de Hóquei e Patins, é no mínimo um desrespeito com os skatistas do Brasil.

A seriedade da CBSK junto a suas Federações Estaduais sempre foi comprometida com o esporte no Brasil, formou campeões como Sandro Dias (Mineirinho), Lucas Xaparral, Pedro Barros, entre outros, que hoje são referencia deste esporte no mundo inteiro, mais que isso, o trabalho da CBSK hoje a chega com base sólida a uma nova geração, e neste sentido e por isso, que busca sua participação na formação e preparação destes atletas e esportistas rumo as Olimpíadas de Tóquio 2020, que sem dúvida nenhum virá para consagrar não somente os nossos Skatistas Campeões, mas também todo trabalho sério e competente realizado pela CBSK neste 17 anos de atuação.

Esperamos que o COB – Comitê Olímpico Brasileiro repense sua ação e se sensibilize buscando tomar uma atitude mais assertiva em relação à condução dos trabalhos pró Skate rumo as Olimpíadas de 2020.

Estamos Juntos e Misturados Nesta Luta!!!

#somostodoscbsk

Nação Hip Hop Brasil
www.nacaohiphopbrasil.com.br

Participe da Campanha #SomosTodosCBSK e ajude a Confederação a participar do processo olímpico rumo a Tókio 2020.

Assine este abaixo-assinado


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

CD Nação Hip Hop 12 Anos

A Nação Hip Hop Brasil acaba de completar 12 Anos, e para celebrar este importante registro está promovendo um CD Coletânea em Edição Virtual, divulgando um Playlist Musical com vários artistas membros da entidade e de sua rede, são 16 faixas musicais com 16 artistas de 13 Estados da Federação.

Vale a Pena Conferir e conhecer um pouco da pluralidade geográfica e diversidade musical da nossa gloriosa Nação Hip Hop Brasil. Parabéns!! Vida Longa á Nação!!
Capa/Arte: Thiago Tiba
Playlist By: Beto Teoria


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

1º Sarau Flores do Beco - Nação Hip Hop Mulher MG



Na ultima sexta feira dia 18/11/2016, na cidade de Betim região metropolitana de Belo horizonte MG,aconteceu o 1º Sarau Flores do Beco realizado pelo Nação Hip Hop mulher MG, no espaço Cultural Meu Canto.A programação contou com Roda de conversa ,Exposições de Afro empreendedores Locais ,Workshop de maquiagem,Desfile de Beleza Afro, Pocket Show da Mc Stefanny e Samba de roda com Ana Felipe e Tuti.
A proposta do ação Hip Hop Mulher com a implantação do Coletivo Flores do Beco é dar Visibilidade as Mulheres do Movimento H2 na Região Metropolitana promovendo ações Culturais e Formativas .O sarau Acontecera mensalmente e também descentralizado visando levar mais Cultura pras Periferias. O Sarau contou com o apoio do Espaço meu Canto,Hermenetos a Banca.

Saiba mais - Nação Mulher Mina Gerais














Secretaria de Comunicação - Nação Hip Hop Brasil 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

25 DE NOVEMBRO: DIA INTERNACIONAL DA NÃO-VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER



No dia 25 de novembro de 1960, as irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, foram brutalmente assassinadas pelo ditador Rafael Leônidas Trujillo, da República Dominicana. As três combatiam fortemente aquela ditadura e pagaram com a própria vida. Seus corpos foram encontrados no fundo de um precipício, estrangulados, com os ossos quebrados. As mortes repercutiram, causando grande comoção no país. Pouco tempo depois, o ditador foi assassinado.
Em 1999, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas instituiu 25 de novembro como o Dia Internacional da Não-Violência Contra a Mulher, em homenagem às “Mariposas”. Ou seja, durante um dia no ano, incitam-se reflexões sobre a situação de violência em que vive considerável parte das mulheres em todo o mundo.
Mutilação genital é realizada em cerca de 3 milhões de meninas e mulheres por ano (Fundo das Nações Unidas para a Infância — UNICEF).
No Brasil, 43% das mulheres em situação de violência sofrem agressões diariamente; para 35%, a agressão é semanal (Centro de Atendimento à Mulher). Em média, a cada 11 minutos uma mulher é estuprada em nosso país. (Fórum Brasileiro de Segurança Pública). Mais de 100 milhões de meninas poderão ser vítimas de casamentos forçados durante a próxima década (UNICEF).
Num ranking mundial que analisou a desigualdade de salários em 142 países, o Brasil ficou na posição 124 (Fórum Econômico Mundial). Vão se passar 80 anos para que elas ganhem o mesmo que eles. Igualdade de salários só em 2095 (Fórum Econômico Mundial).
Ronda Rousey, maior lutadora de UFC da história, ganha um terço do que um campeão masculino da mesma modalidade recebe. Merryl Streep, estrela hollywoodiana recordista de indicações ao Oscar, ganha menos da metade do que os colegas de profissão mais bem pagos.
As brasileiras ganham, em média, 76% da renda dos homens (IBGE). Apenas 5% de cargos de chefia e CEO de empresas são ocupados por mulheres (OIT).
Em todo o mundo, 52% das mulheres economicamente ativas já sofreram assédio sexual no ambiente de trabalho (OIT).
“Crimes de honra” são homicídios de mulheres, jovens ou adultas, a mando da própria família, por alguma suspeita ou caso de “transgressão sexual” ou comportamental, como adultério, recusa de submissão a casamentos forçados, relações sexuais ou gravidez fora do casamento — mesmo se a mulher tiver sido estuprada. O crime é praticado para não “manchar o nome da família”. 5 mil mulheres são mortas por crimes de honra no mundo por ano (ONU).
70% de todas as mulheres do planeta já sofreram ou sofrerão algum tipo de violência em, pelo menos, um momento de suas vidas — independente de nacionalidade, cultura, religião ou condição social (ONU).
A causa do dia 25 de novembro não é apenas a da mulher mutilada, nem da que ganha menos para exercer o mesmo cargo. Não é apenas a da mulher que sofre humilhação velada por se decretar livre em um país que se diz civilizado, nem a da negra, que muitas vezes suporta a dupla rejeição, tanto por seu sexo quanto por sua cor.
Essa causa é humanitária. É minha e sua, das crianças e idosos, dos ricos e pobres, dos brancos, pretos e coloridos. Não é preciso ser politicamente correto ou pertencer a algum partido.
Muito se discute acerca do nome “feminismo”, cogitando-se que sua ala extremista lhe tenha conferido feições degradantes. A própria atriz Maryl Streep, que denunciou seu salário absurdamente mais baixo, comparado ao dos colegas, chegou a afirmar que não é feminista, mas apenas “humanista e a favor do equilíbrio perfeito”. Mais tarde se justificou, falando ter sido a acepção da palavra modificada, mas que se identifica com seu sentido original.
Não é possível que um simples nome seja capaz de desmoronar uma causa tão grande. Que se autodenominem feministas, humanistas, humanitários, ou guerreiros. Eu sei, eu sei, “feminismo” é a luta pela igualdade e muito me orgulho de escrever tal nome na testa, mas, se algum irmão ou irmã preferir adotar outra nomenclatura e lutar pela mesma causa, estaremos lado a lado.
Mais do que nomear a causa, é hora de colocá-la em prática, de despertar a consciência e não aceitar que um tapa na cara seja — literal ou metaforicamente — motivado pela existência de um órgão genital. É hora de perguntar com honestidade: “Será que contribuo de alguma forma para essa barbárie?”, “O que posso fazer para combatê-la dentro de meu microcosmo?”
Não é preciso muito para lutar por um mundo melhor. Basta que haja um coração pulsante e sangue correndo nas veias.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Sobre o extermínio da juventude negra, geopolítica e comunicação


Acervo pessoal
Richard SantosRichard Santos
Por Richard Santos*

Neste texto, “Sobre Hip Hop, Globalização e Eleições” aponto contribuições intelectuais do historiador e cientista político Moniz Bandeira que em seus escritos, denuncia uma articulação internacional para a retomada do poder de grupos suscetíveis a ceder para projetos e demandas progressistas vindas das minorias, como exemplo, veja seu último livro “A desordem mundial”. Esses processos por que passamos e que é muito bem analisado pelo professor, é responsável direto pelo recrudescimento da política no Brasil e retrocesso dos direitos sociais conquistados, concluo no texto para a Nação.

Porém, também, é desse processo que passamos no momento atual que temos visto aumentar o encarceramento, assassinato e exclusão social das populações afrodescendentes nas Américas.

O pensador camaronês Achille Mbembe classifica como um devir-negro do mundo o processo que estamos vivendo, ou seja, mais pessoas estarão enquadradas naquele signo de exclusão e ressignificação opressora por que historicamente passam as populações “negras”, povos considerados inferiores estão sendo exterminados e demonizados pela mídia ocidental e seus seguidores na formação do imaginário da maioria populacional mundial sem acesso a formas diversificadas de informação, ficando restritos ao que é oferecido pela indústria hegemônica para o consumo diário.

Desde os grupos rebeldes opositores sírios, passando pelos povos do Magrebe em conflito estimulado pelo ocidente para o controle do Petróleo, caso do Sudão e da Líbia, chegando ao continente americano, nos EUA com o assassínio de jovens negros e hispanos, à guerra entre os cartéis de drogas mexicanos e, com isso a expulsão de grande número de grupos originários de suas terras tradicionais, à situação da Colombia e as populações afrodescendentes e indígenas vitimas da “Guerra às drogas”, chegando ao Brasil, país com o maior número de jovens negros mortos no mundo, superando até mesmo países com conflitos bélicos, existe um interesse geopolítico que permite um maior ou menor número de barbaridades cometidas contra esses grupos de Maiorias Minorizadas, interesse esse mediado pela potência unipolar que é o EUA e sua indústria cultural que constrói e/ou destrói subsistemas dependentes e associados aos seus interesses.

E por que é importante associar este processo político do sistema mundo atual com o bem viver das populações negras e indígenas no Brasil de hoje? Simples, ou quase simples, é esse sistema que permite e secunda nossas vulnerabilidades sociais: é esse sistema atrelado aos interesses hegemônicos que manipula o sistema político nacional, permite o golpe e secunda a atuação das forças do Estado no aniquilamento da população negra, no não oferecimento de um sistema educacional que atenda à todos, veja o projeto da PEC 55, ou que ignora a situação das mulheres negras quando buscam acesso aos serviços públicos de saúde.

Por fim, esse sistema político, supostamente invisível, é que articula a construção do imaginário popular através de seus sistemas comunicacionais, e objetifíca o ser humano negro em suas demandas diárias. O sistema de comunicação que hoje usufruímos e que nos faz vitima, é o que contribui para a naturalização dos corpos negros espancados e pendurados nos postes do Brasil, quiçá das Américas, e nos faz vitimas e algozes de nós mesmos.

sábado, 19 de novembro de 2016

A invisibilidade da mulher negra na Historia do Brasil

A invisibilidade da mulher negra na historia do Brasil se deu a partir da combinação da opressão de gênero e de raça. Se o mito da democracia racial foi perverso para o conjunto da população negra, aparentando - a da sua historia e do seu protagonismo, em relação às mulheres negras esse drama foi ainda pior.
A mulher negra foi transformada em símbolo da escravidão e socialmente desvalorizada, e a sua representação construída é de passividade e subserviência. Nessa lógica, o racismo foi bastante eficiente, pois além de ocultar a historia de luta e organização dos negros e negras, tenta esconder o quadro de desigualdades e diferenças existentes no país.
A sociedade escravocrata e machista, numa pretensa proteção à mulher branca, sob o estereótipo de “sexo Frágil”, colocava-a numa “redoma de vidro”, onde seu papel social se resumia a cumprir suas obrigações matrimoniais, reprodução e acompanhamento aos cuidados da casa. Enquanto as mulheres negras eram colocadas em pé de igualdade no trabalho escravo com os homens, sendo castigadas da mesma forma que os homens negros e , ainda, na maioria das vezes sendo obrigadas a ter relações sexuais com os homens brancos.
A opressão machista e racista sob o comando de seu mecanismo mais eficaz, o mito da democracia racial, conseguiu durante muito tempo invisibilizar a mulher negra, inclusive no seu protagonismo na luta de classe travada no Brasil durante o período colonial e imperial.
O mito da democracia racial tem um poder ideológico tão forte que ainda hoje perpassa todos os espaços da sociedade, inclusive as organizações sociais e políticas, assim como o próprio movimento negro.
O protagonismo da mulher negra nas lutas não nasce nas décadas de 70 e 80 com o surgimento do “feminismo negro” no Brasil , muito menos com os movimentos recentes, a exemplo da jornada de Junho de 2013 em que as periferias, em aos espontâneos, em suas grande maioria sob direção de mulheres, foram ás ruas contra os assassinos de jovens negros pela policia e por direitos mínimos. A luta protagonizada por mulheres negras nasceu desde que o primeiro navio negreiro aportou em terras brasileiras trazendo africanos sequestrados e escravizados, muito embora a historiografia oficial tenha silenciado sobre a presença e atuação de negras nas lutas e resistências à escravidão. Neste sentido, busca-se recuperar o protagonismo dessas mulheres, sejam como sacerdotisas, guerreiras, comandantes de exércitos, quilombolas ou comunidades de terreiro. As diversas experiências matriarcais que o sistema opressor insiste em ocultar até hoje, a exemplo da resistência nas favelas.

As heroínas Negras.
Aqualtune
Era uma princesa africana, filha do importante Rei do Congo. Numa guerra entre reinos africanos, foi derrotada, juntamente com seu exército de 10 mil guerreiros e transformada em escrava. Foi levada para um navio negreiro e vendida ao Brasil, vindo para o Porto de Recife. Comprada como escrava reprodutora foi levada para região de Porto Calvo, no sul de Pernambuco. Lá conheceu as histórias de resistência dos negros na escravidão, conhecendo então a trajetória de Palmares, um dos principais Quilombos negros durante o período escravocrata. Aqualtune, nos últimos meses de gravidez ,organizou uma fuga junto com outros escravos para o quilombo, onde teve sua ascendência reconhecida, recebendo, então, o governo de um dos territórios quilombolas, onde as tradições africanas eram mantidas. Aqualtune era da família de Ganga Zumba, e uma de suas filhas teria gerado Zumbi. Em uma das guerras comandadas pelos paulistas para a destruição de Palmares, a aldeia de Aqualtune, que já estava idosa, foi queimada. Não se sabe ao certo a data de sua morte. Rainha Nzinga A Rainha Nzinga nasceu em 1582 e morreu em 17 de dezembro de 1663. Filha do Rei do estado de Ndongo, o Ngola Quiluanji, ela é uma das principais heroínas do povo mbundo da atual República de Angola, ficou conhecida por liderar a resistência contra a invasão portuguesa em seu território, bem como sua altivez e insubordinação ao poder masculino. Os relatos históricos registram seu nome em diferentes formas: Jinga, Njinga, Ginga ou mesmo Ana de Sousa (nome que recebeu após seu batismo, reconhecido como ação estratégica utilizada no enfrentamento ao conflito contra os portugueses). Nzinga foi, além de grande e feroz guerreira e comandante, uma grande negociadora – por isso alguns autores identificam nesta qualidade da rainha a origem do termo ginga (a forma portuguesa de seu nome) significando flexibilidade, capacidade de negociação e adaptação, jogo de cintura.

A NAÇÃO HIP HOP INAUGURA A PRIMEIRA CASA COLETIVA NO RIO



Para quem ainda não conhece, a Nação Hip Hop é uma organização política que se propõe a dialogar com a periferia através do Hip Hop, com debates e eventos, a fim também de manter viva a cultura do Hip Hop. 

Junto a isto estamos construindo uma Casa Coletiva da Nação na Cidade de Deus.

Essa inauguração é para apresentar com mais clareza, o que vai ser esta casa coletiva e como ela serve para a comunidade e a rede cultural.


*** Programação ***

10h Graffiti - Pra dar aquela nossa cara pra Casa

12h Bate papo sobre Hip Hop e vida coletiva
15h Pagode com GP Boa Vibração com participação de Yasmin Alves

E vai até o baile começar na CDD


Endereço: Travessa Quetura n.: 10 Cidade de Deus

- Como chegar?
- Mas de onde vc vem ?
Do Centro do Rio :
- Na Candelária tem 2 onibus - 368 e 348 - Um vai pela Serra de Jacarépagua e o outro pela Linha Amarela.
Descer na estação do BRT : Recanto das Palmeiras

De BRT
- Estação Recanto das Palmeiras

********Ponto de referência : Ponte Grande********

Pra você que vem de carro:
Link do mapa: https://goo.gl/maps/oT5w4gA4d722

Informações clique aqui ou whatsapp ou telegram: 22 - 99702-7399

Encontro Nacional de Dança de Lafaiete


O Encontro Nacional de Dança de Lafaiete é um evento realizado pela Companhia de Dança Xadrez Dance com intuito de divulgar as Danças Urbanas na cidade de Conselheiro Lafaiete MG. O evento conta com competições coreográficas de grupos, trios, duos e solos, batalhas e cursos do gênero.
 A sétima edição do evento irá contar com manifestacoes artisticas dos 4 Elementos da cultura Hip Hop promovendo intercambio cultural entre eles e o fomento de novos praticantes da cultura, o encontro de dança reúne dançarinos conceituados de várias partes do estado e de fora também, com participação de grupos da Nação Hip Hop Brasil MG de BH, Betim e Congonhas, a idéia é consolidar a prática de eventos deste porte na região central do estado, que venha para multiplicar o nascimento e a formação de novos grupos e adeptos à cultura Hip Hop.

São grandes as expectativas para a sétima edição e já estamos preparando a oitava, com uma abrangência muito maior do festival como deve ser, conta Natacha uma das organizadoras do encontro.

   O Encontro Nacional de Dança de Lafaiete, acontece no dia 04 de Dezembro de 2016, nas dependências do Colégio Potência bem próximo a rodoviária da cidade começa às 12:00 Horas com entrada franca para o público, os dançarinos, dançarinas, B.Grils e B.Boys que estiverem interessados em aperfeiçoar suas práticas terá Workshops pagos de Hip Hop Dance e House.

   O evento conta com apoio do Nação Hip Hop Brasil C.L, Casa do Hip Hop Taquaril e atistas do Hip Hop.

Maiores informações: clica aqui  ou (31)99788-0523 Natacha

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Semana de Hip Hop de Belo Horizonte 2016 - A força do Hip Hop Mineiro





O Nação Hip Hop Brasil MG organizou em parceria com a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte juntamente com a temporada FAN a Semana do Hip Hop de BH, que teve duração do dia 09 à 14 de Novembro de 2016.




O evento aconteceu em 9 espaços culturais públicos e 2 privados dentre as atividades, oficinas de Rap, apresentacoes artísticas,  Workshops de Rap e Danças urbanas, Hip Hop para as crianças, palestra, exposições de Graffiti e fotos, live paint de graffiti, sarau de poesia, Fórum do Nação Mulher e o Fórum do Hip Hop, fizeram parte das atrações dos dias da semana.



Mais de 410 pessoas do Hip Hop envolvidas no evento artisticamente, a semana do Hip Hop envolveu uma circulação de mais de 1.500 pessoas nos espaços, teve a participação dos núcleos do Nação Hip Hop Brasil Betim e Congonhas MG e contou com o apoio dos canais de divulgação Rede Minas de Televisão, Rádio UFMG Educativa, sites e páginas em redes sociais, durante a semana do Hip Hop de BH foi instituído o Fórum Permanente de Hip Hop de BH e Metropolitana, que será uma canal direto com o governo encaminhando as demandas e necessidades da cultura Hip Hop   Belorizontina e região metropolitana.



segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Semana de Hip Hop de Belo Horizonte

A Nação Hip Hop Brasil - Mg orgulhosamente apresenta Semana Hip Hop de BH do ano 2016.

"" NEGRITUDE EM FOCO""




A Nação Hip Hop Brasil MG promove, em parceria com a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte,Temporada FAN – Negritude em Foco, a Semana do Hip-Hop de BH, entre os dias 09 e 14 de novembro, e conta com uma programação extensa . O evento celebra o Dia Municipal do Hip Hop, 12 de Novembro, data em que se comemora também o Dia Nacional do Hip Hop.
As atividades serão em vários espaços públicos e particulares e contarão com a participação de mais de 400 atores culturais do Hip -Hop. Esta ação colaborativa conta com diversas atividades gratuitas, tais como workshop, oficinas, apresentações artísticas, batalhas de Mcs, Cypher de Breaking, Exposições de Graffitti, Rodas de Conversa, Feira de Produtos e Palestras Educativas. As atividades da semana do Hip Hop também têm como objetivo a mobilização para a criação do Fórum Permanente do Hip Hop e a realização do Fórum do Nação Hip Hop Mulher.
A semana do Hip Hop de BH conta com o apoio da Meraki Produtora, Trem Loko Produções, Cidade Hip Hop, Basquiat Graffiti, Centro Cultural São Geraldo, Centro Cultural Alto Vera Cruz, Centro Cultural Santa Rita, Casa do Hip Hop Taquaril, Uai Sound System, Grupo Cultural Processo Hip Hop, Associação Cultural Clube dos Djs de MG e Vira Filmes e dezenas de grupos e artistas que colaboração com esta programação.

Pagina do evento no Facebook - https://www.facebook.com/events/1791582684456124/

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Encontro da Nação Hip Hop DF #UMASÓNAÇÃO

Dia 22 de Outubro de 2016 foi realizado o Encontro da Nação Hip Hop DF na Praça do Museu Nacional na Esplanada dos Ministérios em parceria com a 3ª Vigília cultural pela Democracia.
A NH2DF foi fundada em 2005 e esse foi seu o primeiro encontro, com o intuito de refundação a atividade apresentou o manifesto da Nação Hip Hop DF e promoveu debates, sobre;
- Machismo Dentro do Hip Hop; Vera Veronika e Olgamir Amancia
- Conjuntura Política e a Radicalização dos Movimentos Sociais; Alan Bueno
- Educação e Hip Hop; Betinho Zulu e Matheus Diniz
- Violência Policial e Sistema Carcerário; Mano Paulo e Santa Alves

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Minas Gerais Inaugura Casa do Hip Hop Taquaril

No dia 08 de Outubro de 2016, foi inaugurado na cidade de Belo Horizonte MG a Casa do Hip Hop Taquaril. A primeira casa do Hip Hop no estado, teve uma grande festa na comunidade do Taquaril zona leste da capital mineira.

O evento foi realizado pelo Nação Hip Hop Brasil BH juntamente com a equipe da CH2T e do Aliança Cultural Taquaril, a programação contou com atividades diversas, com Roda de capoeira do grupo Abolição o mais antigo da quebrada, teatro da nossa irmã, Casa do Beco da comunidade Barragem Santa Lúcia com o espetáculo Micro Mundo, Negro F, Surto, Ella, Lelo, Storm, Binho Barreto, Denis Leroy, Lucas Alfa, Oz, Pedro Lúcio, Igor e John, em um mutirão de Graffitt coloriram a Casa, tivemos a participação do Betinho do Nação Hip Hop Brasil - SP e da Nayani da rede de Mulheres Nandi de SP na roda de conversa do Nação Hip Hop Mulher, com uma participação massiva de Mulheres de algumas cidades do estado tais como: Nova Lima, BH, Barão de Cocais e Betim.

A Cypher teve a participação de DJ Lau com vários B.boys e B.Grils de BH, Ibirité e Conselheiro Lafaiete na pessoa de Just Max coordenador do Nação em sua cidade, a tarde terminou com um super Work shop de House ministrado pela Sheilinha dançarina e arte educadora.
A noite caiu com os Pockets Shows de Cleytão, Ice Band, Bob Nei e HP Ogg, Setor R.A.P, Rapper Blitz e Vozes da Periferia de BH. Nagô, Made in Favela, Mcs Ddrão, Taí e Karter da cidade de Betim MG, na sequência se finalizou o evento com a tradicional Batalha do Conhecimento Rima na Rua com 2 Mcs campeões, algo inédito na história do Rima na Rua.

A Casa do Hip Hop Taquaril promoveu uma grande ação em rede, envolvendo vários parceiros como o Centro Cultural Alto Vera Cruz da Prefeitura de BH, o Programa Fica Vivo do Governo do Estado de MG, a Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, O Centro cultural Arrebeldia do nosso parceiro Flávio Renegado, Casa do Beco, a ONG Oficina de Imagens e a PMMG, "Criar um espaço como esse é se tornar independente para protagonizar a partir do Hip Hop, a importância da Casa do Hip Hop Taquaril  como uma pílula em Minas Gerais significa muito para angariar recursos públicos ou privados que será  fundamental para emplementarmos políticas públicas para o Hip Hop Mineiro, quanto ao impacto cultural para a comunidade é visível para tod@s, sem palavras... a festa foi de puro conhecimento, cultura Hip Hop, Lazer e diversão, foi lindo" Conta Rapper Blitz um dos Coordenadores do NH2B-MG e CH2T.
Mais de 44 artistas envolvidos, 04 cidades de MG, 01 cidade de SP, circularam durante todo o dia aproximadamente 2.000 pessoas da comunidade e de vários bairros da cidade.

No Domingo a Equipe da CH2T e NH2B-MG participou de uma formação com o Betinho NH2B- SP no qual foram citados pontos importantíssimos sobre rede, sustentabilidade e Hip Hop.
A programação da Casa do Hip Hop no mês de Outubro segue com as seguintes atividades:

Terças e Quintas - Feiras
**Escola de Rap - Das 17:00 às 19:30 Horas.
**Aula de Capoeira (Grupo Abolição) das 20:00 às 22:00 Horas - Lanche por conta da casa.

Segundas e Quartas - Feiras
**Escola de Breaking das 19:30 às 21:00 Horas.
AGENDA DE OUTUBRO
*21/10 - Rima na Rua Batalha do conhecimento - 20:00 às 23:00 Horas.
*22/10 - Oficina de cinema independente - 09:00 às 15:00 Horas - Café e almoço por conta da casa.
*27/10 - Cine Clube Sabotage - 19:00 Horas - Filme: Ostentação - Pipoca por conta da casa
*Toda a programação gratuita.
Confira e curta a nossa página no Facebook e fique por dentro das informações e toda a programação:


Casa do Hip Hop Taquaril MG - "Sonhos realizando sonhos, A Casa é sua."

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Vote nos Candidatos da Periferia

Neste Domingo Dia 02 de Outubro de 2016, vote consciente, não vote porque é obrigatório perante a lei eleitoral, mas vote porque todos nos temos a obrigação de eleger bons representantes em nossas cidades. Um Bom gesto reflete um bom futuro a todos.
Vale ressaltar que a grave crise política que temos hoje no Brasil, se dá pelo atual Congresso Conservador que governa a favor de uma pequena e poderosa elite e não para a maioria do povo brasileiro, porém também é fato que foi através do voto do povo que estes maus políticos foram eleitos.

Enquanto alguns usam o gesto da caneta e da retórica para promover a miséria da população e a destruição de direitos conquistados com muita luta, existem milhões de trabalhadores e trabalhadoras que lutam pelo bem do nosso país, fazendo o gesto do bem, da perseverança e da seriedade. Neste Domingo faça o gesto do bem, faça do gesto do voto consciente uma ação de promoção da cidadania e Paz para nosso povo. Vamos eleger os verdadeiros representantes do Povo! Vote nos Candidatos que governam pra Periferia.

Confira abaixo a Lista dos Candidatos da Nação Hip Hop Brasil;

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Nação Mulher participa do V Fórum Nacional de Mulheres no Hip Hop

O Fórum Nacional que aconteceu nos dias 16,17 e 18 de Setembro, na Ação Educativa na Cidade de São Paulo – SP foi um marco para a construção coletiva das mulheres do hip hop no Brasil. Com representatividade de diversos estados e coletivos, cumpriu um importante papel de formação, articulação e debate para a construção individual e coletiva das mulheres do movimento, seja para nossas Rainhas com anos de caminhada no movimento, quanto para a nova geração que pôde conhecer as mulheres que admiram, e aprender com elas sobre as dificuldades e conquistas, trilhadas neste caminho até aqui no movimento hip hop.
Com diversas intervenções culturais e artísticas essas mulheres transformaram as vidas umas das outras, o que permitiu nos conhecermos melhor como mulheres e nos fortalecer para as lutas do presente e do futuro. Não somos só uma, ou duas gotas de água doce no oceano, hoje somos uma chuva, uma tempestade de água doce em um mar salgado de machismo e opressões sociais que ocorrem todos os dias.
Nos tornamos empoderadas para mostrar, cada dia mais, que sabemos o que queremos e não teremos medo de derrubar as barreiras para conquistar os nossos anseios. O Fórum cresce a cada ano, mostrando a necessidade da unidade entre as mulheres para que tenhamos êxito no que construímos diariamente, cada uma em seus espaços de atuação.
Como qualquer grande movimento tivemos problemas, algumas divergências, e dificuldades de organização, mas que só mostram que não temos medo de aprender, olhar para dentro do nosso movimento com o olhar crítico de que podemos ser a cada dia melhores e maiores.

Agradecemos a todas as pessoas que contribuíram direta ou indiretamente para que a nossa participação fosse possível nesse encontro.
A Nação Hip Hop Mulher sai deste encontro com a missão de organizar as suas bases, construir agendas e atividades para que a cada dia haja mais mulheres empoderadas, sabendo dos seus direitos, deveres, e da força que nunca estaremos sós, pois... JUNTAS SOMOS MAIS FORTES!!


Por: Bianca Amorim – B3R; Rapper e MC, Monitora Cultural e Militante do Movimento Social, Dirigente Nacional da Nação Hip Hop Brasil, Integrante do Coletivo Casa de Cultura Livre do Jd Iguatemi e São Mateus, Ex Auxiliar de Juventude da Sub Sé, Atuou como Articuladora de Políticas Públicas pra Juventude na Coordenadoria de Direitos Humanos da Capital SP.

Confira a 2ª Edição da Revista Quinto Elemento

Idealizada e Criada por Thiago Batista, o TIBA - Graffiteiro, Arte Educador, Graduando em Jornalismo, Técnico em Gestão Social e Projetos Sociais, Produtor Cultural, Dirigente Nacional da Nação Hip Hop Brasil.

A Revista Quinto Elemento Chega a sua 2ª Edição, nesta edição esta nova opção de comunicação para os apreciadores do movimento hip hop traz uma entrevista exclusiva com um dos principais grupos da história do Rap Nacional – Doctor MCs.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Sobre o uso utilitarista do Hip Hop – Por Richard Santos


Em vários livros citados no artigo anterior, e em livros sobre o movimento Hip Hop “around the world” (mundo a fora), uma tônica é sempre encontrada: o caráter de manifestação contracultura estabelecida da cultura Hip Hop.

Em letras que vão de Racionais MCs, “Voz ativa”, por exemplo, passando pelo carioca MVBill, Só mais um maluco, aos mestres afro-americanos do Public Enemy, Don`t Believe tha Hype (Não acredite na moda), é o chamado a contestar o padrão hegemônico estabelecido que unifica a postura dos hip hopper`s pelos quatro cantos do planeta.

Fato é, que de certa forma temos perdido esta essência unificadora da cultura. O que dá liga a um movimento, o que o unifica, para que passe a ser considerado cultura são seus signos identificadores e aglutinadores que, em certa medida, devem ser maiores do que os dissonantes. Daí que há algum tempo tenho visto esta transformação, estes vários caminhos seguidos por esta representação de lideranças do movimento Hip Hop e tenho dúvidas se ainda podemos nos creditar o termo “cultura”.

Será que o mundo em constante transformação e processamento de novos modos e costumes a cada segundo não têm provocado uma certa alienação nas lideranças e ativistas do movimento? Movimento ou cultura?

Marx desenvolveu, em seus escritos iniciais, na época de jovem, a teoria da alienação. Entre outras construções, ele dirá que esta perspectiva teórica procura caracterizar e explicar o estranhamento da humanidade em relação a sua sociedade, sua natureza essencial ou potencial. Para o eurocêntrico filósofo alemão, a humanidade distingue-se de todas as outras espécies animais por sua habilidade não apenas de transformar seu ambiente, mas de transforma-lo através de atividade consciente.

Nação Hip Hop faz Orientações aos Candidatos de 2016

Com o objetivo de contribuir com os diversos candidatos da Nação Hip Hop que devemos em diversos pontos do Brasil, o Secretario de Ação Política e Institucional Big Richard, preparou um documento básico no sentido de dar orientações à “O Bom Candidato”.


NAÇÃO HIP HOP BRASIL NAS ELEIÇÕES 2016 - Orientações Gerais

PERFIL DO BOM CANDIDATO

Esta Iniciativa da Nação Hip Hop Brasil tem como objetivo ajudar os nossos Candidatos trazendo algumas reflexões e ideias de como pode ser a condução de suas candidaturas, da sua postura quanto candidato ao pleito de um cargo público e dos objetivos de sua plataforma eleitoral.A partir da análise de bibliografias sobre o tema e cotejamento de diversas pesquisas qualitativas com eleitores de diversos graus de escolaridade e inserção social, poderíamos afirmar que o bom candidato, seja na esfera legislativa ou executiva, deve possuir as seguintes qualidades e características:

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

NAÇÃO MULHER: Nota de repúdio ao B.Boy Hell da Killafun de Sergipe.




NOTA DE REPÚDIO:

A Nação Mulher SE, enquanto entidade de apoio ao HIP HOP feminino, e as causas feministas, repudia o que ocorreu no último domingo, (31/07) em Pirambu/SE  onde a B.girl Diih Ferreira foi desrespeitada e agredida.
Quando a mesma entrou na cypher, Wader Santos mais conhecido como B.boy Hell da Killafun colocou o dedo em suas partes íntimas, revoltada com essa agressão outra B.girl foi intervir e o b.boy Hell a agrediu fisicamente. O b.boy ainda utilizou palavras de baixo calão para com a vítima e disse "Só racha comigo quem aguenta." Vamos ver se você irá aguentar então!!!

Enfim, os ataques são cada vez mais constantes dos b.boys de Sergipe, o movimento HIP HOP definitivamente não respeita as mulheres, nós da Nação Mulher  não iremos aceitar violências, machismos nos espaços que estamos inseridas, exigimos respeito porque ele é nosso por direito.

Todo o nosso apoio as B.Girls e mulheres do movimento HIP HOP que resistem nos espaços que ocupam, não podemos nos calar, mexeu com uma mexeu com todas.

NAÇÃO MULHER!

Clique aqui, confira e compartilhe na Integra a Nota de Repúdio da Frente Nacional Mulheres no Hip Hop

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Nação Hip Hop Convoca Assembleia de Fundação Jurídica

A Nação Hip Hop Brasil é uma entidade que foi criada em 2005, e desde então tem sua atuação como uma instituição em Rede. Após o 4º Encontro Nacional realizado em Dezembro de 2015, uma das deliberações foi a constituição Jurídica da Entidade para que após 11 anos de fortalecimento e amadurecimento possa dar este novo passo em ser um Entidade com atribuições de âmbito institucional jurídico.
Sendo Assim Convocamos todos Membros Filiados a Rede Nação Hip Hop Brasil a Comparecer na Assembleia de Fundação Conforme Edital Publicado em Anexo.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Leci Brandão e Anderson 4P na FUNARTE SP

Dia 07 de Junho (Terça Feira) Em Apoio a Ocupação Cultural na FUNARTE SP, Presenças Especiais de Anderson 4P (Vereador de Francisco Morato - PT) e Leci Brandão (Cantora, Compositora e Deputada Estadual PCdoB-SP).

A Partir das 17hs no Hall Principal da Funarte; Alameda Nothman, 1058, Campos Elíseos - São Paulo.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Nota de Repúdio - Nação Mulher, diga NÃO a cultura do estupro.

NOTA DE REPÚDIO

A Nação Mulher, enquanto entidade de fortalecimento dos trabalhos, produções do Hip Hop feminino e de apoio às demais causas feministas, se solidariza com o terrível acontecimento ocorrido nesta semana, no qual uma adolescente de 16 anos foi dopada e violentada por 33 homens. 

Numa sociedade em que a cultura do estupro é tão presente e naturalizada, acabamos por culpabilizar as vítimas de um abuso tão cruel, que não "só " faz danos físicos, como também psicológicos. 

A Nação Mulher crê que o combate ao estupro não deve ser por meio de padrões de roupa,
comportamento, ou os lugares que frequentamos, mas a solução está em políticas públicas eficientes na proteção à mulher, como também a educação e desconstrução do machismo estrutural,
enraizado em nossa sociedade patriarcal. E punição severa para os criminosos. 

Não ensine a mulher a como não ser estuprada.
Ensine ao homem a não estuprar!

Nação Mulher

Nação Hip Hop Brasil

#junt@ssomosmaisfortes



terça-feira, 24 de maio de 2016

Nação Hip Hop Interior SP Define Diretoria

No ultimo dia 15 de Maio na Estação Cultura em Campinas – SP foi realizada uma reunião para definir e eleger os coordenadores do Coletivo da Nação Hip Hop Interior SP, hoje composta por representantes de 15 municípios da respectiva região.
Conforme orientação da direção nacional da entidade, bem como dos documentos que rege a organização da entidade e suas diretrizes de atuação, os membros e lideranças presentes deliberaram a seguinte composição de organização e atribuições do referido núcleo Nação Hip Hop Interior;
- Coordenação e Organização Geral: Raisuli Hudson Ferraz da Silva (Salto), Daniel Luis Alves – (Ciro (Campinas)).
- Comunicação: Eliane Silva Pinto (Jundiaí), Sandro Antonio dos Santos Irineu (Mancha (Itapetininga)) e Alessandro Vieira Cordeiro – ( (Itu)).
- Cultura e Eventos: Genildo Teobaldo dos Santos - (Snake (Hortolândia)), Henry Paulino (Campinas), Marco Antonio Dutra da Silva - (Tim (Campinas) e Daniel Alves (Rio Claro), Heverton Barbosa Almeida Silva – (HXP (Tatuí)
- Financias e Projetos: Jesus José Ribeiro da Costa Costa – (Jesus (Hortolândia)) e Antonio Frederico Pereira – (Fred Mlk (Campinas)).
- Ação Política e Institucional: Fabio Viegas Pereira de Proença – (Corvo (Porto Feliz)) e Alex Pereira Bahia (Campinas).

Na oportunidade o Coletivo Solicitou em Documento a Presidência da Entidade, a Inclusão da Companheira Eliane Silva junto a Direção Estadual da Nação Hip Hop, buscando neste sentido cada vez mais a inclusão de participação das nossas importantes guerreiras que são cada vez mais engajadas em nossa luta.

O Coordenador Geral eleito na ocasião o Mano Raisuli Hudson já deixou registrada como data indicativa a próxima reunião do coletivo para o dia 19 de Junho, e aproveita pra convidar a todos a conhecer e participar da Nação Hip Hop Brasil se somando a este importante front de batalha constituído.
Registramos aqui nossas congratulações aos Manos e Minas pelo belo trabalho realizado e desejamos boa sorte a todos nesta importante caminhada em prol do Hip Hop.

Saudações Hip Hoppers!