terça-feira, 5 de maio de 2020
Diretamente do Piauí, sobre PIXAÇÃO/XARPI
domingo, 3 de maio de 2020
AÇÃO SOLIDÁRIA DE COMBATE À CRISE : TAQUARIL : BH/MG
terça-feira, 24 de março de 2020
Cuidar da Saúde é Cuidar da Periferia
sexta-feira, 31 de maio de 2019
E nosso lema mantém vivo: Uma só Nação.
Há um ano atrás, exatamente no dia 31 de maio à 02 de junho de 2018, em meio a greve dos caminhoneiros, onde tínhamos um País parado.
Com muita confusão em postos de gasolina, supermercados com falta de suprimentos e preços altíssimos, cancelamentos de viagens e muitas dúvidas se poderíamos sair de casa. Tudo parado!?…
Quase tudo, porque nós da Nação Hip Hop Brasil, estávamos atentos e fortes para praticarmos nossa militância e nos colocarmos em movimento prol a nossa cultura.
Estabelecemos ativa nossa conexão, dialogamos com todo País; e de forma ousada nos instalamos na comunidade do Alto Vera Cruz, região leste de Belo Horizonte, e assim iniciou o nosso 3º Encontro Estadual de Minas Gerais e 5º Encontro Nacional de HipHop.
Tínhamos uma grande tensão em saber se daria certo, uns parceiros que acreditaram no projeto outros nem tanto, mas estávamos lá. A cada contato com caravana, uma grande ansiedade, pois eram pessoas, amigos, militantes que estavam a caminho do nosso valoroso encontro.
A pré-produção, foi ousada, montar numa escola, e garantir infra adequada e conforto para todas e todas. De reuniões e reuniões, passamos semanas tensas e tentando provar por A+B que tudo daria certo. Ufa! Deu certo sim!
Tivemos parceiros fundamentais no processo, muito obrigado. Em especial aos convidados e militantes que vieram de vários cantos do país e não posso deixar de citar o apoio local que foi peça fundamental para sucesso; muitos de nós nem dormimos por algumas semanas, mas valeu a pena!
Reunimos num feriado, num fim de semana, numa escola mais de 700 pessoas. Foi uma convivência coletiva super harmoniosa. Como tivemos outras ações abertas à cidade, e no local passaram cerca de mais de 1500 pessoas.
Uma proposta programação pautada na organização e na unidade. Encontro que teve como base a formação, o debate, reflexão e o pensar conjuntamente sobre o movimento Hip Hop a nível nacional, foi revolucionário. Sem contar as apresentações artísticas e performances dos 4 elementos que aconteceram durante todo encontro, demonstrando o grande potencial e a forma híbrida da nossa cultura.
E ao final, temos hoje um grande movimento que tem consigo um grande documento de referência "Manifesto Grito da Periferia" construído por várias mãos e super atualizado a nossa realidade e que aponta possibilidades de reflexão e construção, em prol das melhorias das nossas periferias por todo Brasil. E nosso lema mantém vivo: Uma só Nação.
Baixe nosso manifesto: https://bit.ly/2EHjsN1
Acesse: www.nacaohiphophop.com.br
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Manifesto o Grito da Periferia - Nação Hip Hop Brasil
Por meio do fomento dos elementos pilares da cultura Hip Hop, após 13 anos de muita atuação e luta, a Nação Hip Hop Brasil chega ao seu 5º Encontro Nacional. Seja em âmbito social, cultural e\ou político, as nossas ações ocorrem, principalmente, em prol das comunidades de periferia, especialmente junto às culturas urbanas e demais ações transversais que dialogam e fortalecem o movimento Hip Hop. Ao longo de sua história, a Nação Hip Hop Brasil acompanha e contribui com as transformações no país. A Nação participa no desenvolvimento de políticas públicas que geram oportunidades para uma parcela da população que sempre ficou à margem da sociedade. Para além, oportuniza o desenvolvimento daqueles que nunca puderam de fato exercer de forma plena sua cidadania. Mesmo que privados do exercício pleno de ser cidadão é fato que esses mesmo guerreiros e guerreiras ainda são testemunhas oculares de muitas mazelas sociais que assolam o povo da periferia, principalmente a juventude preta, pobre, mulheres e LGBTs.
Ao viver em uma sociedade na qual o capital é voz soberana e algoz, presenciamos retrocessos e descasos para com aqueles que realmente precisam ser acolhidos e atendidos com condições mínimas para uma vida digna. Essa vida digna é descrita e garantida na constituição brasileira, sendo um dever de um Estado democrático assegurar, por direito, a garantia dessas condições a todos os cidadãos brasileiros. Pelos motivos citados, após muitas discussões e análises, a Nação Hip Hop Brasil apresenta nesse encontro nacional alguns eixos de reflexões e debates para que o Hip Hop se debruce sobre os temas que serão a seguir descritos. Dessa forma, a intenção é construir uma detalhada avaliação e elaborar novas perspectivas, não só para aqueles que integram o movimento, mas para todos que acreditam que o Hip Hop pode e deve ser instrumento de luta social, cultural e política. Para este conjunto de análises e apontamentos, cabe ressaltar alguns pontos que no momento atual são destaques para esse fim:
1) Geração de Trabalho e Renda e Empreendedorismo;
Ainda é uma dificuldade no Brasil sobreviver ou garantir condições mínimas e dignas de trabalhos para aqueles que querem exclusivamente atuar na área de produção artística e cultural (e todos os seus eixos transversais). No que refere-se ao movimento Hip Hop, mais de 90% dos protagonistas nesse segmento ainda precisam ter uma ocupação formal ou informal em outros ramos de atuação, pois, garantir trabalho e renda oriundos dos meios culturais ainda é uma sonhada vontade, mote para uma luta incansável e diária. Para que, mesmo que de forma tímida, a geração de renda e empreendimentos através do Hip Hop possam vir a ser uma constante realidade, torna-se premente destacar ideias e ações que possam vir a ser ou já são atividades desempenhadas e de positivo saldo.
2) Comunicação e Mídias; A comunicação mais do que nunca, é uma atividade pilar para a Nação Hip Hop.
É por meio dela que as principais ações e atores se conectam, é por ela que vem a sinergia no campo de pensamento e unidade de ação. E, neste sentido, entender como funcionam os meios de comunicação e suas ferramentas faz-se primordial para que sejam cada vez mais efetivas nossas iniciativas. Sem a consolidação de um canal efetivo de comunicação dentro de nossa rede, corremos o risco de ver reverberarem informações e opiniões contrárias às nossas. Um grave efeito da circulação de conteúdos que venham em desencontro a cultura Hip Hop nas mídias, será a desconstrução de um processo de formação cultural que sempre se respeitou em nossa ancestralidade africana e nossas referências griôs. Estar conectado é importante, mas saber produzir e gerenciar esses espaços e formas de comunicação é primordial. Neste aspecto, a comunicação, as mídias e seus plurais suportes e métodos precisam cada vez mais ser entendidos e explorados.
3) Cultura e Entretenimento;
É importante entender que a Cultura Hip Hop está enraizada numa plural diversidade, que vem expressada na fala, na roupa, no estilo de vida, e no posicionamento político. O que nos une integrados em nossa rede é o universo cultural do Hip Hop com seu fundamento histórico, e é nesse caminho por onde devemos trilhar para que além da música e entretenimento, seja possível entender que a questão cultural necessita de uma base sólida e contextualizada. Nesse âmbito, é preciso compreender que o evento final de cada ação nada mais é do que todo um processo de criação e participação, e, valorizar todas estas fases e etapas é o que garante que todos possam ter voz e acolhimento neste processo. Sem essa plena compreensão, nossa cultura Hip Hop corre o risco de ser cooptada ou descaracterizada pela indústria do capital e mercado. Entender o funcionamento dessa cadeia produtiva que nos envolve é o mesmo que buscar que o resultado dessa construção venha a ser próprio do movimento Hip Hop para que seja ele mesmo o mantenedor de um saldo positivo, tanto do ponto de vista artístico e de entretenimento, quando do ponto de vista de articulação cultural.
4) Ocupação de Espaços de Poder com Ação Política e Institucional;
É fácil verificar que é improdutivo sermos representados e\ou ficarmos na dependência e avaliação de terceiros que não entendem a cultura Hip Hop. Faz-se mais que necessário ocupar alguns espaços estratégicos, que venham a trazer de forma direta o empoderamento dos pares do Hip Hop, pois estar em espaços de decisão traz desdobramentos concretos e objetivos dos projetos que pensamos e queremos. Todo espaço de enfrentamento no campo das ideias e das decisões é importante e precisa ser nosso objetivo ocupar e atuar nesses espaços. De certo que nossa realidade apresenta-nos dificuldades para que as iniciativas do nosso movimento sejam atendidas. Porém, é nossa tarefa, por dialogar com a sociedade de forma plural (em especial com as culturas urbanas) contribuir com o processo de desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária. Para tanto, devemos aproximar e incluir diversas culturas urbanas garantindo um espaço de fala e participação, como por exemplo o skate, o funk, o reggae, o samba, entre outros.
5) Desenvolvimento Social Educacional e Cidadania;
Não estamos imunes às mazelas sociais e a imensa desigualdade que ainda existem no Brasil. De fato, somos as principais vítimas de um sistema ausente e omisso. Por isso, não podemos nos furtar a tarefa de promover os debates centrais que envolvem os pares da Nação Hip Hop e nossos irmãos e irmãs das comunidades periféricas. Os dados da violência contra nossos jovens, as mulheres vítimas de um cotidiano machista, são alguns exemplos de situações que devemos combater. A ausência de políticas públicas que atendam a necessidade básica de um povo e a necessidade de garantir oportunidades para o avanço social de todos e todas, refletem na nossa missão de nos fazermos presentes, cada vez mais ativos na luta pelo exercício pleno da cidadania dos guerreiros e guerreiras. O Movimento Hip Hop tem sua atuação nas bases periféricas e reconhece como poucos as bandeiras de lutas necessárias contras as desigualdades históricas que afligem nosso povo, como as sequelas do período escravagista. Temáticas como a ocupação de território e lutas pela moradia e reforma agrária, devem ser pautas permanentes e necessárias ao debate junto aos nossos núcleos, assim agregamos conhecimentos e orientações para travar as lutas pela cidadania plena e emancipação. Fiquemos atentos ao processo eleitoral e às ocupações dos espaços de poder, pois nossa participação e comprometimento neste processo serão decisivos para os desdobramentos favoráveis ou não para nossas vidas e quebradas.
terça-feira, 5 de junho de 2018
Minas Gerais Foi Palco do 5º Encontro Nacional da Nação Hip Hop
Minas Gerais convocou e a Nação Hip Hop Brasil colou!!
Varias lideranças da Nação Hip Hop Brasil, além de amigos e parceiros desta gloriosa entidade, marcaram presença para contribuir e vivenciar uma Programação dinâmica e qualificada que tratou de temas e demandas que estão diretamente ligadas ao movimento e a cultura Hip Hop, que pra além da Cultura e Entretenimento que o Hip Hop deste sempre traz e faz, mas também trazendo pautas necessárias a discussão e reflexão pra aqueles que estão inseridos na vida cotidiana periférica e sabem mais do que ninguém por onde devemos trilhar e avançar na luta em busca de uma sociedade mais justa e igualitária.
Temas como; Geração de Renda e Empreendedorismo, Comunicação e Mídias, Cultura e Entretenimento, Ocupação de Espaços de Poder Institucional e Político, foram um pouco das linhas gerais que deram o Tom das discussões em 3 Dias de Encontro, e que teve entre os convidados especiais, o Músico Mineiro Flavio Renegado e a CEO da Boogie Naipe e dos Racionais MCs, Dra. Eliane Dias.
O Encontro também teve agenda importante na manutenção organizativa da entidade, que elegeu os novos dirigentes nacionais da Nação Hip Hop pro Biênio 2018/2020 e conduziu ao comando máximo da entidade, o Mano Fred Negro F. (MG) para Presidente e Mel Gomes (RJ) para Vice.
Agradecimentos especiais a Diretora Vânia da Escola Municipal Israel Pinheiro, toda sua equipe escolar, a Prefeitura de Belo Horizonte, Governo Estadual de Minas Gerais, CEMIG, Instituto A Rebeldia, entre outros parceiros e colaboradores que ajudar a garantir a realização deste especial evento.
Vida Longa a Nação Hip Hop Brasil!!
Uma Só Nação!!
terça-feira, 29 de maio de 2018
Nação Hip Hop SP realizou no Dia 27 seu 5º Encontro Estadual
No Dia 27 de Maio a Nação Hip Hop do Estado de São Paulo, realizou a 5ª Edição de seu Encontro Estadual, o evento aconteceu no espaço Estação Cultura na Cidade de São Caetano do Sul. Esta agenda é realizada a cada biênio como forma de avaliação e perspectivas de atuações futuras no campo institucional, cultural e político, sendo a Nação Hip Hop Brasil e seus membros os principais agentes deste engajamento.
Sob o reflexo da grave crise de desabastecimento que atinge o país, apesar da considerável quebra de participação de alguns importantes membros da entidade, o evento foi realizado a contento e contou com uma importante e valorosa programação.
O ato político de abertura do Encontro contou com uma qualificada mesa de parceiros e parceiras, que ajudaram a reafirmar que a Nação Hip Hop Brasil, ainda é vanguarda nas tratativas progressistas, plural no diálogo institucional, e ainda suprapartidária.
Fizeram-se presente neste ato; Lia Lopes (Elas por Elas e PSB), Ricardo Almeida (Opção Brasil e PDT), Bruno Ramos (Liga do Funk e PT), Henrique Celso (CBSK e PV), Beto Teoria (Mandato Leci Brandão e PCdoB), Aroaldo Oliveira (Sindicato dos Metalúrgicos do ABC), Dr. Marcio Santos (Assessoria de Hip Hop do Governo Estadual), Nerie Bento (Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop).
Durante a programação do Encontro, sob as diretrizes pré-estabelecidas que deviam ser discutidas no Evento, todas as pautas foram desenvolvidas e contou com a apoio e realização de um time de primeira classe, cabendo destacar a participação e contribuições de; Isadora (UNISOL Brasil) que falou sobre Geração de Trabalho e Renda, Soraia Costa (Programa Artvismo) trazendo a discussão de Comunicação e Mídia, Mariana Perin e Bruno Ramos, ambos falando sobre Cultura e Entretenimento, tendo ainda Anderson 4P e Preto W.O falando sobre Ação Política e Institucional, Nerie Bento e Bonga Mac explanando sobre o Hip Hop quanto instrumento de Transformação Social.
Registramos o agradecimento especial à equipe do Espaço Estação Cultura de São Caetano do Sul, e de todos os parceiros, amigos e membros da Nação Hip Hop Brasil, que registraram sua importante e honrada presença.
Um Salve a Todos e Todas!!
Uma Só Nação!
Fotos - Thiago Tiba e Bryan Ryuz
sábado, 26 de maio de 2018
5º Encontro Estadual São Paulo da Nação Hip Hop Brasil
No Dia 27 de Maio de 2018 acontece o 5º Encontro Estadual São Paulo da Nação Hip Hop Brasil.
A Cidade de São Caetano do Sul através do Espaço Estação Cultura será a anfitriã deste tradicional evento da Nação Hip Hop Brasil
A Nação Hip Hop Brasil realiza de forma Bienal um encontro com seus militantes, dirigentes e amigos, com o objetivo de promover uma grande integração cultural, discutir experiências e vivencias que venham a fortalecer o movimento hip-hop e a rede Nação. Na programação diversas atividades estão previstas; oficinas culturais, debates, palestras, pocket shows, exposição literária, entre outras iniciativas.
- Bonga Mac (Grafiteiro, Arte Educador)
- Marcio Santos (Rota de Colisão, Ass. Hip Hop Estado SP)
- Di Função (Rapper, Coletivo Centro 011, Nação HH SP)
*Sala 01 (Midiateca) – Comunicação e Mídias*
- Soraia Costa (Mestra em Ensino, História e Filosofia das Ciências pela UFABC)
- Fábio Feter (Jornalista, Diretor Geral Programa Artvismo TVT)
*Sala 02 (Sala de Artes) – Geração de Renda e Empreendedorismo*
- Betinho Zulu (Arte Maker, Nação Hip Hop SP - Batalha dos Trilhos - Jacarei)
- Bruno Ramos (Liga do Funk, CONJUVE)
- Mariana Perin (Produtora Cultura, Ex. Sec de Juv de SBC)
- Toni C. (Escritor, Produtor Audiovisual, LiteraRua)
- Willian Preto W.O (Casa do Hip Hop de Mauá)
- Raisuli Hudson (Diretor de Difusão Cultural da Secretaria da Cultura de Salto)
- Anderson 4P (Ex Vereador de Francisco Morato)
- Bianca Amorim (Coletivo Centro 011, Sarau Faixa de Gaza)
5º Encontro Estadual São Paulo da Nação Hip Hop Brasil
Dia 27 de Maio de 2018 - a partir das 9:00hs
Local: Estação Cultura (antigo Estação Jovem); Rua Serafim Constantino, s/n - Piso Superior do
Módulo II do Terminal Rodoviário Nicolau Delic, Centro de São Caetano do Sul – São Paulo.


















